A fatura que Natal paga por falta de ganância por parte da oposição

Natal paga por um longo ciclo de eleições municipais sem oposição pujante em que os candidatos procuram apenas utilizar o cenário para a formação de capital político e renovação dos seus mandatos.

Nas democracias liberais, a oposição é limitadora e qualificadora do poder. Como não aparece ninguém com gana de levar a prefeitura no voto do grupo de Carlos Eduardo Alves, que agora tenderá a se perpetuar por Alvaro Dias, os projetos e alternativos não são debatidos.

A consequência é a falta de inovação.

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