A oposição ao governo Fátima não entendeu a razão da edição e posterior suspensão do decreto que obrigaria a PM a pedir autorização do executivo para ações de reintegração de posse

A polícia militar tem a determinação pela, divisão dos poderes, de executar a reintegração de posse de terrenos invadidos, isto fundamentalmente quando o judiciário assim julgar.

Apesar de ser uma exclusiva do judiciário, o custo eleitoral sempre acaba caindo nas costas do administrador, já que as pessoas associam a atuação da polícia ao governo da vez.

Por isso, Fátima Bezerra editou decreto para que a polícia, diante de tal cenário, ficasse obrigada a receber instruções prévias do executivo, uma suposta maneira de evitar excessos na retirada de populações de locais proibidos. Com as críticas que vieram, o decreto foi cancelado.

Parte da oposição reclamou do documento. Do ponto de vista eminentemente jurídico, os questionamentos têm procedência.

Quem promoveu o ataque apenas não percebeu que o governo logrou êxito em sua jornada, que foi, através da publicação e cancelamento do decreto, gerar uma vacina para deixar claro que nada tem a ver com qualquer tipo de reintegração de posse, sendo, como dito, uma ação eminentemente judicial.

Veja o caso do Maranhão: sem esses tipo de vacina, o governador Flávio Dino vem sendo responsabilizado pela incursão violenta da polícia justamente num ato de reintegração de posse.

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