Cuidado: fazer de Fátima uma Dilma não é a solução

O ano era 2015. Dilma tinha acabado de levar o pleito de 2014 numa disputa duríssima. A oposição contestava o resultado de maneira golpista. Dilma precisava fazer um inadiável ajuste fiscal. A sua própria base, ao invés de apoiar, ajudou a botar lenha na fogueira. O resultado é conhecido.

Hoje, a governadora Fátima precisa fazer reformas. A crise fiscal é imensa. A reforma da previdência é inescapável. Ou faz ou a conta não fecha e os salários atrasam ainda mais e não vem dinheiro federal. O congresso nacional obrigou estados e municípios a alterarem seus institutos de previdência até o meio deste ano.

Há duas opções. Ou negociar com o atual governo ou fazer oposição irascível e trabalhar para que a reforma aconteça com outra gestão.

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