Durante a campanha, Carlos Eduardo pediu um prazo inicial de 200 dias para a normalização do Estado caso eleito; mas avalia a gestão Fátima com a metade do tempo

O candidato derrotado ao governo em 2018, Carlos Eduardo Alves, pediu para ser avaliado em 200 dias, caso fosse eleito durante a campanha. Disse que esse período seria importante para normalizar serviços e a máquina.

No entanto, seu critério, o que atribuiria a si mesmo, não vale para sua opositora, a governadora Fátima. Com 100 dias já fez uma ampla avaliação da nova gestão. Por que a diferença?

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