E o PT?

É o que vem restando cada vez ao bolsonarismo. Os seus grupos ficaram em silêncio com a prisão do Queiroz, o braço de Flavio Bolsonaro na assembleia estadual quando ele ainda era deputado estadual. Em seguida, voltaram ao refrão evasivo mencionado acima.

O presidente Jair Bolsonaro sangra em diversas frentes. O inquérito das fake news avança contra o seu ponto obscuro fundamental: de onde vem o dinheiro que sustenta o volume de informação distribuída pró-bolsonaro nas redes sociais? No Tribunal Superior Eleitoral o caixa dois de sua campanha tem potencial para demonstrar como de fato sua vitória foi operada. As investigações sobre a rachadinha do filho são outro perigo.

O que fará Bolsonaro? Ora, o que já vem fazendo. Tentará aparelhar instituições de controle e/ou pressioná-las em prol do arrefecimento do ímpeto investigativo.

Cresce o chamado centrão, que precificará de forma cada vez mais cara a defesa do governo. Bolsonaro será obrigado a obter maior apoio partidário no congresso caso queira se manter no poder com alguma tranquilidade.

Os militares também ganham força. Fazendo o jogo duplo, serão base de sustentação de Bolsonaro, na mesma medida em que aparecerão como uma alternativa para suposta solução nacional. O vice-presidente é um militar.

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