Em decreto, Bolsonaro quer impedir que reitores formem suas próprias equipes de trabalho; entenda o caso

A matéria, destaque da folha de São Paulo, chama atenção para um decreto publicado ontem (16) e que entrará em vigor no dia 25 de junho.

Pelo documento, não apenas os reitores serão escolhidos em última instância pela secretaria de governo da união, como também pró-reitores e outros cargos de terceiro e quarto escalões.

Até o presente momento, a lógica é outra. A comunidade acadêmica escolhe o reitor, que é chancelado pela casa civil do governo. Uma vez empossado, o reitor forma sua equipe de confiança.

Há nítida quebra de autonomia universitária. Os reitores não poderão trabalhar com servidores escolhidos a partir das afinidades de projeto.
O Conif (Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica) encaminhou pedido de esclarecimentos para o MEC.

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