Lula é carta praticamente fora do baralho eleitoral; PSDB e PT continuarão a estruturar o pleito presidencial

A situação jurídica de Lula se deteriora rapidamente. Ontem (6), em sua posse como presidente do TSE, o ministro Luiz Fux mandou um recado direto para o PT: ficha suja está fora.

O PT parece sustentar Lula já condenado em segunda instância porque, no fim das contas, é o seu principal capital político. Enquanto encaminha, digamos assim, a narrativa sobre o ex-presidente, já prepara seu plano B, que no caso, será A.

Tanto é assim que a presidente do partido, Gleisi Hoffman, recuou sobre uma fala da agremiação em texto recém veiculado nas redes sociais. Ao contrário do que foi publicado, Gleisi disse que eleição sem Lula não é fraude.

Apesar da profusão de nomes presidenciáveis, a tendência é que a polarização entre PSDB e PT continue a estruturar o pleito presidencial, pois Lula, ainda que não venha a ser candidato, será um forte cabo eleitoral na campanha conforme pesquisas mais atualizadas. E é improvável que surja um nome com condições de sobrepujar Geraldo Alckmin, com forte máquina partida, inserção estadual em diversos palanques e bom tempo de tv.

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