Não existe insubstituível na democracia

Nas antigas monarquias o problema da sucessão era muito grave. Não raro, o rei não deixava filhos e sua família entrava em guerra direta. Monarcas vizinhos colocavam logo olho grande e não era incomum ocorrer uma invasão e tentativa de anexação do reino.
O sorteio foi implementado na democracia grega. Para alguns cargos, a ideia era que qualquer cidadão, ao viver na polis, poderia assumir um cargo público.
Qual era a noção que trazia o modelo democrático que perdura até hoje? Que não existe insubstituível.
Sei lá, vi o fanatismo com que não poucos falam de Lula nas redes sociais – até que seria injusto morrer como os demais mortais – e pensei nisso.

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