O presidencialismo de coalizão não morreu

No regime político presidencialista multipartidário brasileiro, o presidente utiliza seu poder de nomeação de cargos e de encaminhar o orçamento para formar uma base de apoio no congresso e aprovar projetos de interesse do governo. Tem sido assim desde a constituição de 1988.

As previsões davam conta de que esta lógica acabaria com a dita nova política. Pois bem, a gestão Bolsonaro anuncia a liberação de um bilhão em emendas parlamentares e diz que irá destravar as nomeações dos cargos de deputados e senadores nos Estados. Os atos acontecerão para que a reforma da previdência passe no congresso.

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