O que de novo trouxe a matéria do fantástico sobre a “Dama de espadas” e a “candeeiro”?

Nada.

Matéria requentada com fatos já publicados há anos pela imprensa potiguar e pela própria globo, o fantástico exibiu, em tom bombástico, reportagem sobre a operação dama de espadas e candeeiro. Uma se situa na assembleia. A outra no idema. O que elas têm a ver? Apesar da confusão jornalística, nada. São duas ações com dois objetos distintos.

A imprensa local se apequena ao gerar tamanho estardalhaço diante de algo que já foi dado por ela mesma há anos, além da própria emissora com o incomum interesse em contar novamente o que ela havia narrado no passado. Nenhum fato informativo novo foi trazido diante das investigações.

A matéria pareceu servir a duas ações. Ser utilizada no programa eleitoral de 2018 e melhorar os acordos de delação dos dois principais pivôs da operação: a procuradora da AL Rita das Mercês e do seu filho Gutson, ex-diretor do idema.

Os delatores são os principais defensores da iniciativa, até agora não acatada pelos entes investigadores, de juntar as duas operações. Desse modo esperam aumentar o poder de barganha em face de um suposto escândalo generalizado. Estranhamente, o fantástico repetiu a tese dos delatores.

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