Os grevistas da UERN estão falando sozinhos e se queimando por iniciativa própria

Passando dos 118 dias, os professores da UERN seguem em greve. Alegação: salários atrasados. Hoje, eles teriam o décimo para receber e o mês de fevereiro, que será pago em seus 87% até dia 10 de março conforme já anunciado.

Os grevistas estão fazendo um movimento para si próprios. Não se ouve falar na paralisação. E mais: seguem isolados. As demais categorias do Estado, passando pelo mesmo problema em face da crise, estão trabalhando. Os professores da UERN seriam superiores?

A marca da instituição está sendo jogada no lixo por um emparedamento sem fim, que retira a expectativa do aluno que lá se encontra e daquele que deseja entrar de receber um serviço contínuo.

Por isso, a taxa de ocupação das vagas caiu. São 1300 sobrando. Ninguém irá começar um curso de graduação que não sabe quando terminará.

A UERN atravessa por situação semelhante a que se submeteu o ensino médio estadual. Foram tantas e irresponsáveis paradas políticas dos professores, que os pais deixaram de acreditar no sistema e colocaram seus filhos em escolas privadas populares que surgiram para atender a esta camada da população.

Hoje, o maior inimigo da instituição é o radicalismo sindical que a pilota. Deus sabe lá porque.

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