Sobre a ameaça da retirada de Estados e Municípios da reforma da previdência e suas consequências para o RN

SOBRE A AMEAÇA DA RETIRADA DE ESTADOS E MUNICÍPIOS DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA O RN

Apesar do esticar de corda dos deputados e senadores, que querem dividir o ônus da aprovação da reforma da previdência com os chefes dos executivos locais e estaduais e, por isso, cobram compromisso da parte deles; mantenho a minha avaliação de que Estados e Municípios não sairão do texto.

Agora, caso ocorra, será péssimo para o RN. Que os poucos leitores que tenho não se enganem: as terras de poti não voltarão à normalidade sem ela. Já temos mais aposentados e pensionistas do que servidores na ativa. E o que já se encontra horrível apresenta margem para piorar.

De tal forma, o governo do Estado seria obrigado a negociar uma reforma junto aos deputados estaduais. Alguns até dizem que a alteração nas regras previdenciárias é fundamental. Mas cabe lembrar que foram os mesmos que votaram contra algumas propostas hoje na mesa sobre o tratado assunto na gestão anterior.

Eles alegaram problemas técnicos, uma saída pela tangente. Só que eles são legisladores. Se de fato existia o empecilho, o que na verdade é conversa de ninar, bastava cobrar a correção ou a casa legislativa mesmo efetiva-las.

Os deputados estaduais venderão bastante caro a ação, que, na prática, é fundamental para normalização das contas públicas e, não exagero, para a reeleição de Fátima Bezerra. A governadora sairia completamente imobilizada da negociação.

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