Vazamento do the Intercept: papo do “hacker russo” perde espaço para acesso ao conteúdo por alguém do próprio MPF

Mais uma sobre conspirações improváveis. O papo do “hacker russo” vai perdendo espaço enquanto hipótese no caso do vazamento do The Intercept das conversas entre membros da Lava Jato.

Os procuradores da LJ acessavam seus emails e conversas em aplicativos de diálogos pelos computadores da instituição. O que se fala pouco, mas é elucidativo, é que os telefones utilizados e que vieram à público são os funcionais e não os pessoais.

O portal G1 veiculou que o caminho tomado pela investigação é o de que o conteúdo foi obtido por alguém do próprio MP via um computador de mesa logado.

A Folha, em matéria veiculada hoje, enfatizou que a base de dados de posse do The Intercept a que o jornal teve acesso, contém também os diálogos tecidos entre a imprensa e os membros da lava jato, inclusive os que foram gerados entre o jornal e suas fontes na operação. Também constam emails, o que aumenta a possibilidade de vazamento via computador e não pelo smartphone.

A tese é defendida pelo próprio The Intercept contra a hipótese do “hacker russo”.

OI, EU SOU O FAVORITO

O membro do Conselho Nacional do Ministério Público, Marcelo Weitzel, que teve seu smartphone alegadamente grampeado e mandou uma mensagem no grupo de membros do CNMP no Telegram, “Oi, eu sou o hacker”; é um dos que contam com a simpatia de Jair Bolsonaro para assumir o lugar de Raquel Dodge na Procuradoria Geral da República. Tire suas conclusões.

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