A chantagem barata contra o governador

O Tribunal de Contas do Estado do RN, que votou contas de Robinson Faria de 2016, reprovando-as, ainda não votou as de Carlos Eduardo Alves de 2014 (leia aqui). É aquela coisa que ninguém explica, pois explicitado já está.

De repente, não mais do que de repente, o Ministério Público do RN resolve mandar o caso para a procuradoria geral da república, que nada tem a ver com a avaliação política de tais contas. A afirmação anterior foi dita pela própria PGR em nota.

Quis o MP/RN causar um embaraço ao governo? Pode até não ter sido a intenção, mas gerou exatamente este resultado. Como diria um bom filósofo austríaco, não se pergunte pela alegação, mas pela prática concreta. Ora, e a ação foi politizadora por parte do Minsitério Público. E a quem interessou criar o alvoroço da última semana até com fake news que o governador corria risco no posto que ocupa?

Agora, as contas chegam ao poder legislativo, instância que de fato deve avaliar o parecer do Tribunal de Contas e pode acatá-lo ou não. Se a Assembleia acatar Robinson perde seus direitos políticos. É época de eleição e recursos extras são uma boa pedida para quem já tem mandato e necessita turbinar suas bases em busca de reeleição. Precisa desenhar?

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