A “nova política” e a velha prática

Deu na folha de São Paulo. Os saques do motorista de Luís Bolsonaro, que movimentou mais de um milhão em um ano, foram precedidos de depósitos em dinheiro de igual valor.

Mais um indício de que a conta era só de passagem de recursos para terceiros e o motorista um laranja.

O motorista do filho de Bolsonaro recebeu depósitos também de sete outros assessores de Luís Bolsonaro, então deputado estadual pelo RJ.

O motorista vive em casa modesta, nem pintada é, apesar de ter tal soma de recursos na conta.

Tudo levando a acreditar que se trata de uma prática velha que viceja nos legislativos do país. O mandatário fica com maior parte dos salários dos assessores.

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