A Paraíba torce pelo fim do Proedi

O Instituto Seta tem expandido suas atividades para outros estados. É um trabalho lento e de formiguinha, mas que vem ocorrendo.

Isto me leva a conversar bastante com alguns políticos da Paraíba, por exemplo. Como não sou de ferro, fico querendo saber sobre a política de lá. Aquele estado, me dizem alguns dos seus representantes, atraiu investimentos com uma política econômica mais condizente com as necessidades do mercado e da indústria.

Os políticos com quem dialoguei têm ciência de que o Estado deles cresceu em cima da nossa inoperância no sentido de não estancar a sangria da saída de empregos rumo ao ente vizinho. O empresário vai para onde é mais fácil produzir.

Expus que foi institucionalizado o Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial (Proedi), que visa equiparar as bases de competição em prol do RN, mas que há resistências minoritárias. Um político paraibano me falou em tom de brincadeira: para vocês será bom. Para a gente será ruim. Torço para que ele não seja de fato aplicado.

Faz sentido. Segundo estudos publicados pela Tribuna do Norte, o RN perdeu cerca de 20 mil empregos nos últimos dez anos pela legislação ultrapassada (PROADI).

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