A Prevent Senior também foi aqui

As descobertas sobre as práticas do plano de saúde Prevent Senior, que já eram em parte conhecidas daqueles que vêm pesquisando o tema, foram escancaradas nas últimas semanas pela CPI da Covid no Senado.

Foram elas:

  1. Os médicos eram obrigados a receitar o kit covid;
  2. As “pesquisas” da Prevent Senior eram fraudulentas e os usuários não eram informados sobre os procedimentos a que estavam sendo submetidos;
  3. O código da doença era modificado após 14 dias, uma forma de esconder o óbito por Covid;
  4. O kit covid era utilizado como perspectiva de economia de custos. Com isso, ao invés de de acompanhar com consultas e internar, como recomendado, os remédios eram dados para se livrar do paciente e cortar gastos. Em casa, ele era menos custoso;
  5. O uso dos respiradores era encurtado para liberar leitos, a revelia da condição de saúde da pessoa;
  6. Dados foram maquiados para passar a falsa impressão de sucesso e o exemplo da prevent senior virar case para a abertura forçada pelo governo federal de tudo durante a pandemia.

Apesar da empresa negar tudo, as provas (prontuários, documentos, testemunhos) são consistentes.

Isto também ocorreu em parte em Natal, através da política pública de distribuição em massa da ivermectina. Disseram por aqui que existia um remédio capaz de impedir o contágio ou o agravamento da doença em questão. Com isso, forçaram a abertura do comércio. Agiram de maneira articulada a Prefeitura do Natal, associações médicas e de comércio.

Os centro covid da prefeitura do Natal na verdade funcionaram como espaço de distribuição de remédios ineficazes. Bastava apresentar sintomas para receber o kit covid.

A Prefeitura do Natal, o dito comitê ciêntifico local e as associações médicas, com amplo espaço sem o contraditório na imprensa, propagaram falsos resultados de pesquisa e efeitos da ivermectina como perspectiva de embalar a validade da política de distribuição em massa.

Como na Prevent Senior, aqui em Natal as pessoas foram levadas a erro. Quem acreditou na mentira de que existia um remédio capaz de proteger contra o vírus se infectou e morreu mais do que quem não acreditou. É difícil imaginar se um dia serão, mas lá como cá os responsáveis devem ser punidos.

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