A régua moral do bolsonarismo e o combate à corrupção

O ministério da saúde demitiu o diretor de operações da pasta, que é acusado de cobrar propina de 1 dólar por dose na compra de vacina da Astrazeneca. O diretor nega.

No caso da Covaxin e da Cansino, os contratos foram cancelados após a denúncia feita pelo servidor Luis Roberto Miranda. Primeiro tentaram desqualificá-lo, através de ataques e mentiras. Como não colou, vieram os cancelamentos.

O presidente Jair Bolsonaro diz que não tem como saber o que ocorre nos ministérios. É verdade. Só que essa estratégia de individualizar o problema, demitindo o diretor e alguns outros indicados de Ricardo Barros, líder do governo, não era aceita no passado, nem muito menos no presente com relação a outros governos. Se sumir um copo de uma cozinha, a culpa é do governo como um todo quando o fato não envolve a gestão Bolsonaro. Porém, ele marotamente quer que com ele seja diferente.

Trata-se da régua moral do bolsonarismo.

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