Consórcio do nordeste: regras claras ou fim

A formação de consórcios pra compras públicas e articulação de forças é ação positiva. Porém, o consórcio do nordeste, que surgiu no vácuo de poder de Jair Bolsonaro, entrou numa espiral de perda de legitimidade, principalmente diante do caso abaixo, que foi matéria de domingo da Tribuna do Norte e assinada pelo jornalista Dinarte Assunção.

E aí há dois caminhos: ou consórcio toma o protagonismo e é refundado com regras claras ou fecha.

Sim, o caso ainda está na fase do empurra-empurra entre os empresários e o secretário da Bahia que administrou a aquisição, sem ninguém assumir a culpa. E não se trata de julgar antecipadamente ninguém. Só que é notório que essa compra foi, no mínimo, mal desenhada.

Se o consórcio quiser sobreviver a isso terá de reverter a situação com mudanças.

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