Desesperados com as pesquisas eleitorais, membros do governo federal estudam aumentar auxílios

Fizeram um desenho de um auxílio – o Brasil – nas carreiras, achando que era só dar dinheiro aos pobres que eles votariam. Resultado – políticas destruídas, gente que estava no Bolsa Família do lado de fora do Auxílio Brasil, fome e curvas de voto andando da mesma forma. Gambiarra e preconceito. Agora vão dobrar a aposta desesperados com as pesquisas.

O governo estuda criar um auxílio extra de mais 200 reais para quem recebe o Auxílio Brasil, conceder o que está sendo chamado de pix caminhoneiro de 1 mil reais aos trabalhadores do setor e duplicar o vale gás 50 para 100 reais. Para tanto, pretende usar o dinheiro da venda da eletrobras. Aquela que foi comercializada com a promessa de não ter aumento agora, mas que a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) já autorizou elevação de até 63% nas tarifas.

Será a última cartada do governo? Não é bom subestimar a capacidade de Bolsonaro fazer estrago. Certamente será mais um remendo a dividir o país, atropelar leis em ano de eleição e deixar a conta para 2023.

E o ICMS dos combustíveis, o grande vilão da inflação? Ora, já sumiu como agenda. Semanas desperdiçadas e os Estados apontados como inimigos para um projeto – sempre apontado como ineficaz – agora jogado no lixo. O Brasil não anda de ré. Apenas tudo é formulado, todo um espetáculo é encenado para que nada seja efetivamente resolvido.

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