É preciso repensar a implementação da cota de 30% de participação da mulher em campanhas eleitorais

É preciso parar de fulanizar sobre a questão dos laranjas do PSL e começar a pensar no modelo de obrigatoriedade de cota de 30% de candidaturas femininas, fundo partidário público e poder discricionário dos líderes partidários em face da distribuição dos recursos.

O jornal Folha de São Paulo de hoje apresenta que 14 partidos tiveram candidatas femininas com fortes indícios de irregularidades. Ou seja, as postulantes receberam altas somas de recursos para suas campanhas e tiveram votações pífias. Ao que tudo indica, o gasto era registrado em seus nomes, mas a verba de fato empregada nas candidaturas principais das agremiações.

É preciso pensar num sistema de custos e incentivos em que ocorra a participação da mulher nas eleições, mas sem esse faz de conta já detectado.

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