Gabinete paralelo?

A nomenclatura “gabinete paralelo”, apesar do tom crítico, esvazia a linguagem adequada – aparelhamento e tráfico de influência. São as definições para os casos em que pessoas sem prerrogativa para tanto desenvolvem ações de governo e controlam o acesso aos recursos estatais.

Foi o que aconteceu no ministério da saúde, quando um grupo de médicos passou a administrar áreas sensíveis referentes ao combate à pandemia. É o que ocorre agora com pastores mandando e controlando recursos públicos do ministério da educação.

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