Girão, o extremismo e o RN

Ontem (16), a polícia federal cumpriu 21 mandatos de busca e apreensão. Na operação, que investiga o financiamento de atos antidemocráticos e fake news, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, autorizou a quebra de sigilo fiscal e bancário do deputado federal pelo RN, o general Girão. O parlamentar alega que soube do fato pela imprensa e classificou a ação como totalitária.

Girão é da tropa de choque do bolsonarismo e está implicado nas disputas caras a essa ideologia extremista: CPI da Lava Toga, utilização dos militares como poder moderador contra o funcionamento da democracia, etc.

Além do efeito deletério nacional, falta também o deputado com livre trânsito no governo federal demonstrar no que a sua conduta ajuda o Rio Grande do Norte. A falta de efetividade do seu mandato já vem encorajando agentes na disputa pela sua vaga em 2022.

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