Governo Bolsonaro é aprovado por 35% e reprovado por 27%, diz pesquisa

Revista exame – São Paulo – 35% dos brasileiros consideram o governo de Jair Bolsonaro ótimo ou bom, enquanto 31% o consideram regular e 27% o consideram ruim ou péssimo.

Os dados são de uma pesquisa do Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria e divulgada nesta quarta-feira (24).

Foram entrevistadas 2 mil pessoas em 126 municípios entre os dias 12 e 15 de abril. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

51% dos brasileiros afirmam confiar no presidente e aprovam a sua maneira de governar, enquanto 45% afirmam não confiar em Bolsonaro e 40% desaprovam sua maneira de governar.

A taxa de popularidade do governo Bolsonaro é a quinta mais elevada, quando comparada à do primeiro trimestre de nove mandatos presidenciais, desde 1990.

Ele ganha em popularidade na comparação com os inícios de governo de Itamar Franco (34%), o segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso (22%), o segundo mandato de Dilma Rousseff (12%) e o início de governo de Michel Temer (14%).

Por outro lado, perde em popularidade em relação ao primeiro governo FHC (41%), ao governo de Fernando Collor (45%) e aos dois mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva, com aprovação no mesmo período de 51% e 49%, respectivamente.

Avaliação do governo Bolsonaro

O otimismo com os rumos do governo também está em queda. Em dezembro de 2018, 64% dos brasileiros previam que a nova administração seria ótima ou boa, enquanto 14% esperavam um governo ruim ou péssimo.

Atualmente, 45% afirmam acreditar que a gestão será ótima ou boa (queda de 19 pontos percentuais) enquanto 23% agora esperam que o governo será ruim ou péssimo (alta de nove pontos percentuais).

O grupo com renda familiar acima de cinco salários mínimos é onde Bolsonaro é mais popular, com 45% considerando o governo ótimo ou bom.

A situação é oposta entre aqueles com renda familiar de até um salário mínimo, onde apenas 27% consideram o governo ótimo ou bom.

As áreas mais bem avaliadas do governo são, na ordem, Segurança pública (57%), Educação (51%), Meio ambiente (48%) e Combate à inflação (47%)

Já as áreas com pior avaliação são Taxa de juros (57%), Impostos (56%), Saúde (51%), Combate ao desemprego (49%) e Combate à fome e à pobreza (47%).

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