Infectologistas da UFRN: remédios do tratamento precoce não funcionam; Natal tem taxa de letalidade maior do que a do RN e a do Brasil

Da Tribuna do Norte – Infectologistas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) reuniram a imprensa no final da manhã desta segunda-feira (29) para apresentar dados científicos sobre o chamado “tratamento precoce” contra a covid-19.

No encontro, os especialistas reforçaram que, cientificamente, não há eficácia comprovada para o uso de medicamentos como hidroxicloroquina, azitromicina e ivermectina. Esse último fármaco é distribuído pela Prefeitura do Natal nos centros de atendimento que recebem pacientes infectados pela doença na capital.

No encontro, o professor do Departamento de Infectologia (DNIF) da UFRN, o infectologista Ion Mascarenhas de Andrade, apresentou dados sobre os índices de letalidade da doença no Estado. Segundo os números apontados pelo professor, Natal tem uma taxa de letalidade de 2,97, a mais alta dentre os cenários apresentados.

Para efeitos de comparação, o índice de letalidade no Brasil é de 2,42 e do RN é 2,1, conforme os números indicados pelo infectologistas. Levando-se em conta o Estado sem a capital, o índice cai para 1,82. Os cálculos feitos pelo professor levam em conta os números da pandemia no Brasil e no Rio Grande do Norte, contabilizados até a última sexta-feira (26). 

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