“Miserê” como regra

É compreensível a revolta contra o procurador de Minas Gerais que afirmou que 24 mil de salário era “miserê”. Mas olha, essa visão é a regra no judiciário e no ministério público. Duvida? Procure as notas e falas oficiais das associações de classe do MP e do judiciário sobre questões salariais. Com linguagem polida, dizem a mesma coisa.

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