Modus operandi semelhante

MODUS OPERANDI SEMELHANTE

Antes de atacar alguém diretamente e produzir suas fumaças, Bolsonaro e seu grupo fritam o adversário com difamações e estórias no submundo das redes sociais. Tem sido assim.

Uma campanha grosseira foi lançada contra os jornalistas do The Intercept e o referido portal. Segundo a lorota que circulou nas redes sociais, a fonte dos vazamentos das conversas pouco republicanas tecidas entre o ministro Sergio Moro e os procuradores da Lava Jato é um hacker russo.

E mais: o então deputado federal Jean Wyllys, antes de sair do Brasil, vendeu seu mandato para o primeiro suplente do PSOL. Trama montada e articulada com uma coordenação mundial pelo presidente Vladimir Putin. Coisa de Netflix.

Evidência? Zero. Mas anteparos para produzir alguma afirmação têm virado cada vez mais um detalhe.

Hoje, após a narrativa fantasiosa já bem sedimentada entre os seus, através de robôs, blogs e donos de canais no YouTube, Bolsonaro, ao ser entrevistado, repetiu as notícias falsas com naturalidade, além de destilar sua homofobia característica.

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