Morrem 4 pessoas não vacinadas por covid nas últimas 24 horas: além dos óbitos, internações por covid secam recursos que poderiam ter outro emprego na saúde do RN

Todos nós sabemos de ondem saem essas mentiras que levam pessoas a óbito. A recusa da vacina é alicerçada na falsa ideia de que elas não são seguras.

Os não vacinados estão ocupando a grande maior parte dos leitos covid no RN e no Brasil.

Os pesados custos de manutenção desses leitos recaem sobre o governo do estado, que poderia empregar esses recursos com outros problemas na saúde do RN.

A brincadeira antivacina é mortal e cara para os cofres públicos. Esta semana o secretário de saúde do RN, Cipriano Maia, reclamou da dificuldade que vem sendo manter leitos covid diante dos outros gastos com saúde. Está tudo ligado.

Da Agência Saiba Mais

Somente nas últimas 24 horas, quatro pessoas morreram no Rio Grande do Norte por covid-19 e, de acordo com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap), nenhuma tinha registro de vacina. Os casos foram nos municípios de Serra do Mel, Açu, Goianinha e Parnamirim. Os pacientes de 36, 67, 72 e 79 anos e, pela idade, todos já poderiam ter completado o esquema vacinal.

Somente até o início deste mês, o Rio Grande do Norte mais de 200 mil pessoas com a segunda dose de uma das vacinas contra a covid-19 em atraso. Até esta quinta (11), o RN tinha um total de 376.496 casos confirmados de covid, sendo 121 nas últimas 24 horas. A Sesap ainda investiga 183.958 casos suspeitos e acompanha outros 108.583 casos da doença. O RN já tem 7.429 óbitos confirmados até o momento, além de 1.333 mortes suspeitas de covid-19.

A média de ocupação dos leitos críticos (semi-intensivos e UTI’s) no Estado é de 41,6% nesta quinta (11), sobe para 45,6% na região metropolitana de Natal, baixa para 34,1% da região Oeste e para 33,3% no Seridó, de acordo com o Sistema de Regulação. Desde o início da pandemia, 938 pacientes com covid-19 morreram no RN sem conseguir acesso a um leito de internação. Atualmente, não há fila de espera e 101 leitos estão disponíveis para o caso de internações.

Dentre os hospitais com leitos críticos destinados a pacientes com covid-19, apenas o Hospital Colônia Dr João Machado apresenta alta taxa de ocupação, com 90% das vagas preenchidas. O Hospital Rafael Fernandes está com 70% de ocupação, já o Giselda Trigueiro, o Maria Alice Fernandes, a Unidade Materno Infantil Integrada de São Paulo do Potengi e o Hospital Universitário Onofre Lopes, estão com ocupação que varia de 60% a 68%.

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