Não se fala mais em crise na saúde e nos presídios

É fato insofismável que estávamos há um período não muito distante no fundo do poço nos quesitos serviços de saúde e funcionamento dos nossos presídios. Ao mesmo tempo em que as queixas – legítimas – contra o sistema de saúde eram gerais, a crise em Alcaçuz ganhou o noticiário nacional.

É uma realidade que, a bem da verdade, não se ouve mais falar. Os hospitais públicos têm atuado de forma mais eficiente e não são mais vistas rebeliões e fugas nas prisões estaduais.
Membros do governo utilizam esta comparação feita acima como uma amostra do que o Estado realizou e que ainda há muito mais por apresentar nos próximos meses.
Faz sentido. Não se pode subestimar o papel a ser desempenhado pelo governador Robinson Faria no pleito de 2018. Se há cerca de mais de 500 realizações vindas da gestão de Robinson como sua comunicação propaga, ele terá, ao contrário do que os seus adversários tentam passar, papel de relevo na campanha que se avizinha.
Muita coisa pode ocorrer até outubro de 2018, inclusive nada. Diante das incertezas, todo mês daqui para frente, contará em matéria de mudança política, como um ano. Quem falar que sabe exatamente o que acontecerá até o momento da urna estará mentindo.

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