O ataque de médicos cloroquiners contra jornalistas representa carência de razão factual

Há uma profunda covardia em curso de médicos pró-tratamento precoce contra jornalistas. Os profissionais de comunicação fazem seu papel de noticiar os informes das sociedades científicas médicas, das agências sanitárias (Anvisa, FDA, OMS, agência de saúde europeia, etc), revistas científicas e notas de fabricantes contra Cloroquina, ivermerctina etc.

Não são os jornalistas que inventam nada. Eles apenas noticiam que há consenso científico internacional sobre a ineficácia dos remédios do chamado kit covid.

Não são os jornalistas que desmentem os falsos exemplos de sucesso apresentados por ivermectiners e cloroquiners. Na medida em que uma médica, como fez a Nise Yamaguchi na CPI da covid do senado, alega que o Amapá tem o melhor manejo de enfrentamento da pandemia no país, tal informação pode e deve ser checada em dados oficiais. Aliás, como foi. E trata-se de uma mentira.

Incapazes de contraditar tais informações, já que a ciência não alicerça suas opiniões carentes de evidências, esses médicos atacam quem é porta voz dos fatos – os jornalistas e a imprensa.

É uma forma de turvar o debate, através de uma hierarquia apelativa para leigos. Sim, médicos tratam de doenças e jornalistas não. Isto não esteve em questão. Mas são as agências sanitárias – e não os médicos – que regulamentam o que serve e o que não serve. São os periódicos científicos e seus colaboradores cientistas os que fundamentam evidências.

Médicos pró-tratamento precoce, tenham coragem e façam ciência. Se querem utilizar tais remédios, derrubem as evidências existentes contra eles e convençam o mundo do contrário. Tentar atacar o mensageiro é sinal de carência factual de razão.

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