O ponto de equilíbrio

Defendi e defendo a abertura de capital para a Caern. Mas não estou alheio ao fato de que, antes, o governo do RN precisa alcançar um ponto de equilíbrio no quesito gastar o mesmo que arrecada.

Sem as reformas para tanto, uma eventual venda de parte da Caern seria engolida pelos gastos correntes. Ou seja, ao invés de gerar investimentos, o apurado com a Caern só serviria para pagar conta e, amanhã, o rombo do estado se encontraria do mesmo jeito.

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