O projeto em curso passa pelo esvaziamento de organizações de esquerda e/ou de pensamento

O governo federal pretende criar uma carteira de identidade estudantil digital, uma forma de esvaziar a capacidade de financiamento de organizações de discentes ligadas à esquerda.

Há uma estratégia em curso: secar as fontes de renda de entidades de esquerda e enfraquecer instituições com viés mais aberto, digamos assim.

Além de movimento estudantil, Bolsonaro avança contra a produção cultural, contra sindicatos (mas não os patronais), universidades, etc. Tudo que o pensamento progressista goze de qualquer espaço, ainda que precário, recebe investidas bolsonaristas.

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