O Sinmed/RN e seu radicalismo antipetista

O sindicato dos médicos do RN foi um feroz crítico da abertura do hospital de campanha do RN no arena das dunas. Até entrou na justiça contra a medida.

De partida, com a chegada do novo coronavírus, a ideia negacionista era de que o RN não precisava porque a pandemia não iria nos impactar. Depois, alegou que o importante era fortalecer a rede pública, abrindo mais leitos nos hospitais já existentes. O médico Geraldo Ferreira fez várias inserções públicas e o Google não deixa este blogueiro mentir. A opinião também passou a ser a do ministério público.

Com a dificuldade de viabilizar o hospital de campanha, pela contratação de organização social, que seria uma via mais ágil diante da aproximação do problema, o governo adotou a estratégia de abrir os leitos em sua própria rede, para que eles ficassem como um legado. Foram 750 leitos em hospitais regionais do RN.

Ora, no entanto, a postura do Sinmed/RN nunca mudou. Em nota recém publicada, criticou as medidas de isolamento e chamou o governo de autoritário, etc. Leia a nota aqui.

O que deseja de fato o Sinmed/RN? Defender os médicos e a saúde no RN ou tem postura radical antipetista, não importa qual seja a ação governamental? Por qual razão um sindicato que, em tese tem também como bandeira a saúde, age tão distante disso, só se pautando pela postura política? Por que não se junta a qualquer um interessado em produzir ações de desafogamento dos hospitais e a salvar vidas?

Em 2019, o seu presidente, Geraldo Ferreira, tentou viabilizar uma candidatura a prefeito de Natal. Porém não obteve êxito.

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