Pagar as folhas atrasadas dos servidores não é algo menor; sem o funcionalismo o estado não anda

Na tentativa de diminuir a importância de colocar a folha em dia, a oposição estadual tenta apresentar a ideia como menor. Chega até a expor a situação como se existisse um antagonismo entre pagar o servidor e realizar ações para a sociedade, como se não fosse o funcionário público na ponta dos serviços prestados pelo estado.

O fato é que não foi pouca coisa pagar 3 folhas em aberto e já alinhar para quitar a quarta e última em 2022. Era uma obrigação do estado, tanto administrativa como jurídica. Para começar a tocar investimentos, este passivo deveria ser resolvido. Ninguém troca de carro sem a ter o que comer. E o pagamento das folhas era condição fundamental para a normalização administrativa pelo governo do estado. E há nas folhas agora equilibradas algumas pontes, por exemplo, como a que liga a zona sul a zona norte de Natal.

Com a máquina girando redondo e sem esse passivo, a tendência é ver a multiplicação dos investimentos próprios.

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