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Governo autoriza início de obras em três unidades de saúde do RN

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A rede de saúde pública do Rio Grande do Norte receberá novos investimentos do Governo do Estado nos próximos dias. As ordens de serviço assinadas pela governadora Fátima Bezerra no início da tarde desta segunda-feira (17) autorizam o início de obras nos hospitais Giselda Trigueiro (HGT), no Geral João Machado (HGJM) e no Centro de Reabilitação Infantil e Adulto (CRI/CRA).

Os investimentos na infraestrutura dos prédios resolverão problemas históricos, possibilitando, entre outras ações, a habilitação para receber obras de maior porte e, no caso do Giselda Trigueiro, a abertura de 20 novos leitos para atender a população potiguar. “Dentro desse contexto de pandemia, ficou claro que é preciso, como estamos fazendo, dar cada vez mais prioridade para a rede de saúde, melhorar as estruturas dos hospitais”, afirmou a governadora Fátima Bezerra durante o ato de assinatura das ordens de serviço.

A aplicação total prevista para as três obras é de R$ 814,1 mil, fazendo parte de um pacote de investimentos na saúde que supera os R$ 30 milhões, a serem aplicados ao longo de 2022. “Estamos trabalhando para garantir uma rede mais qualificada, com uma infraestrutura melhor tanto para a população, como para quem atua na saúde pública”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde Pública, Cipriano Maia.

Os projetos apontam para melhorias no abastecimento de água do HGT, instalação de uma microusina de oxigênio no João Machado e uma infraestrutura de segurança do CRI/CRA. “Essas obras possibilitam melhorias para regularização, com objetivo de angariar novos investimentos que estão previstos”, pontuou o secretário de Estado da Infraestrutura, Gustavo Coelho.

Além da infraestrutura, os investimentos qualificam a assistência. “Essa microusina é mais um passo que tomamos para a autossuficiência do hospital, diminuindo a dependência de abastecimento externo, justamente quando estamos ampliando os serviços no João Machado. Estamos passando pelo melhor momento em termos de investimento”, completou a diretora do HGJM, Leidiane Fernandes.

O ato de assinatura das ordens de serviço também foi acompanhado pelo vice-governador Antenor Roberto, o subsecretário de gestão da Sesap Elan Miranda, o diretor do HGT André Prudente, a diretora-geral do CRI/CRA Antônia Célia Sales e os representantes das empresas responsáveis pelas obras.

Pediatras pedem apuração do MPF após Bia Kicis publicar dados de médicos

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(UOL/FOLHAPRESS) – A SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) divulgou nota nesta segunda-feira (17) informando que acionou o MPF (Ministério Público Federal), ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) e Conselho de Ética da Câmara Federal para investigar a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) após vazamento de dados de médicos.

A parlamentar divulgou CPF, celular e e-mail dos médicos Isabella Ballalai, vice-presidente da SBI (Sociedade Brasileira de Imunizações), Marco Aurélio Sáfadi, da SBP, e Renato Kfouri, diretor da SBI. As informações foram compartilhadas na internet durante audiência pública do Ministério da Saúde, que discutiu a vacinação de crianças.

A bolsonarista admitiu que compartilhou os documentos após envio pelo Ministério da Saúde. A declaração foi dada à colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo.

“Solicitei ao Ministério da Saúde os termos, e eles me passaram sem restrições. Compartilhei em um grupo de ‘zap’ de médicos. Quando me avisaram no Ministério da Saúde que alguém havia postado, pedi imediatamente que quem o fez, removesse. Mas o ministério me informou que os documentos iriam para o site. Por isso entendi que eram públicos.”Bermuda Under Armour Launch PretaCompre!PublicidadeNetshoes

No texto divulgado pela entidade, os pediatras dizem que o “gesto praticado pela deputada Bia Kicis não pode ficar impune.”

“A SBP ressalta que os procedimentos adotados estão descolados de qualquer debate político, partidário, ideológico ou mesmo técnico-cientifico. As representações, queixas e denúncias apresentadas visam unicamente defender o respeito ao sigilo de informações de médicos em situação de trabalho, as quais estavam na oportunidade protegidas pela lei.”

A SBP argumenta que uma eventual falta de punição à parlamentar abre brecha para ocorrerem outras situações semelhantes. “Nada justifica a não observação desse compromisso que, sem a devida punição, pode ser quebrado em outras oportunidades, mais uma vez deixando indivíduos e/ou instituições em situação de risco.”

No último dia 12, o PSOL também anunciou que pediu ao MPF investigação da deputada federal Bia Kicis pelo vazamento de dados médicos. Além dela, a sigla também incluiu o nome do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, entre os alvos de uma eventual apuração.

Na representação, os psolistas afirmam que há em curso um amplo e sistemático modelo de disseminação de fake news, vazamentos e ameaças, promovido pelo próprio governo Bolsonaro, “que impulsiona seus apoiadores à violência, trazendo graves consequências para a democracia, para a ciência e para a saúde da população brasileira.”

O ministro Marcelo Queiroga afirmou no último dia 7 não ser “fiscal de dados” e orientou que jornalistas procurem a deputada federal Bia Kicis para saber sobre o vazamento de dados pessoais de médicos que apoiam a vacinação contra covid-19 em crianças entre 5 e 11 anos.

“Eu não estava na audiência pública, tem que questionar ela [Bia Kicis]. A audiência pública não aconteceu no ministério então o documento não saiu do ministério”, repetiu Queiroga a jornalistas. “Não sou fiscal de dados”, completou.

Jean Paul Prates é escolhido relator do projeto no senado que visa diminuir o preço dos combustíveis

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O líder da minoria no senado, Jean Paul Prates (PT), foi escolhido como relator do projeto que visa diminuir o preço dos combustíveis. O presidente da casa Rodrigo Pacheco o incumbiu de entregar o projeto em fevereiro, quando há o retorno do recesso parlamentar.

Grupos neonazistas se espalham pelo Brasil e crescem 270% em 3 anos

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(UOL/FOLHAPRESS) – Um mapa elaborado pela antropóloga Adriana Dias apontou que as células de grupos neonazistas cresceram 270,6% no Brasil entre janeiro de 2019 e maio de 2021, e se espalharam por todas as regiões do país, impulsionadas pelos discursos de ódio e extremistas contra as minorias representativas, amparados pela falta de punição.

Em entrevista ao “Fantástico”, Dias revelou que existem pelo menos 530 núcleos extremistas, que podem conter cerca de 10 mil pessoas ativas, operando no Brasil hoje. Segundo a antropóloga, a maioria dessas pessoas se identificam como neonazistas e têm em comum o ódio contra feministas, judeus, negros e a população LGBTQIAP+.

“Eles começam sempre com o masculinismo, ou seja, eles têm um ódio ao feminino e, por isso, uma masculinidade tóxica. Eles têm antissemitismo, eles têm ódio a negro, eles têm ódio a LGBTQIAP+, ódio a nordestinos, ódio a imigrantes, negação do holocausto”, declarou.

Ao “Fantástico”, a juíza federal Cláudia Dadico apontou a falta de punição e de uma legislação clara sobre esse tema e contra o discurso de ódio no Brasil, como obstáculo para a punição desses criminosos. Conforme a magistrada, esses discursos não podem ser confundidos com liberdade de expressão.Cadence, a marca de eletroportáteis que simplifica a vida.Saber maisPublicidadePromoção Estrela Cadence

“Os casos que tenho acompanhado da Polícia Federal tem tido realmente um esforço grande no sentido de investigar e punir. O que ocorre é que muitas vezes alguns operadores do direito têm uma compreensão da liberdade de expressão que acaba, de certa forma, obstaculizando a punição desses crimes, que claramente não se situam dentro do campo da liberdade de expressão”, afirmou Dadico.

Em outubro do ano passado, a Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu um homem de 58 anos, identificado como Aylson Proença Doyle Linhares, suspeito de estupro de vulnerável contra um menino de 12 anos. No entanto, em seu apartamento, localizado na Vargem Grande, na zona oeste da cidade, os agentes encontraram uma vasta coleção com material nazista, avaliada em milhões de reais.

Entre os itens encontrados com Aylson Proença Doyle Linhares, havia 12 fardas originais, bandeiras, um quadro de Adolf Hitler, recortes de jornal dos anos 1950 sobre o nazismo e fascismo, medalhas do Terceiro Reich, capacete militar, e um documento da SS (Schutzstaffel) – organização paramilitar ligada ao partido nazista, com a foto do suspeito — Linhares disse à polícia que sua coleção vale R$ 19 milhões.

De acordo com as leis brasileiras, pode ser preso por um a três anos quem fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos nazistas. Na época, o delegado Maurício Armond informou ao UOL que aquela foi a primeira vez que a Polícia Civil encontrou “um material nazista com todo esse volume, itens, valor material e histórico”.

“É algo impressionante e jamais visto por aqui. Não só pela quantidade apreendida, mas pela preciosidade. Obras de arte, fardas e armas originais da Alemanha nazista e muito, mas muito mais. Ele é de uma família de posses. Os pais eram investidores e parte da herança ele usava para essa coleção nazista”, acrescentou Armond.

“Bolsonaro certamente pediria que as pessoas não olhassem para cima”, diz diretor do filme sucesso da Netflix; a resposta veio após Ciro Nogueira comparar cometa com o PT

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(FOLHAPRESS) – O diretor de “Não Olhe para Cima”, Adam McKay, fez uma crítica ao presidente Jair Bolsonaro numa mensagem que publicou no Twitter na noite deste domingo.

“Bolsonaro certamente pediria que as pessoas não olhassem para cima”, escreveu, numa referência ao próprio filme, sobre um cometa que se aproxima da Terra e ameaça a humanidade na trama em que a chefe de Estado, interpretada por Meryl Streep, pede que a população não acredite nos astrônomos.

A publicação de McKay surgiu como resposta a um artigo que Ciro Nogueira, ministro da Casa Civil, publicou no jornal O Globo comparando o PT ao cometa do filme. “Olhe para cima. Ao fazer isso e pensar no dia seguinte da eleição, não optará pelo cometa do PT”, escreveu.

O terceiro filme mais visto da história da Netflix, “Não Olhe para Cima” despertou comparações com a política brasileira desde que estreou, em dezembro. Para boa parte dos internautas, a personagem de Streep pode ser comparada a Bolsonaro, que vem desacreditando a ciência desde o início da pandemia.

Pagar as folhas atrasadas dos servidores não é algo menor; sem o funcionalismo o estado não anda

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Na tentativa de diminuir a importância de colocar a folha em dia, a oposição estadual tenta apresentar a ideia como menor. Chega até a expor a situação como se existisse um antagonismo entre pagar o servidor e realizar ações para a sociedade, como se não fosse o funcionário público na ponta dos serviços prestados pelo estado.

O fato é que não foi pouca coisa pagar 3 folhas em aberto e já alinhar para quitar a quarta e última em 2022. Era uma obrigação do estado, tanto administrativa como jurídica. Para começar a tocar investimentos, este passivo deveria ser resolvido. Ninguém troca de carro sem a ter o que comer. E o pagamento das folhas era condição fundamental para a normalização administrativa pelo governo do estado. E há nas folhas agora equilibradas algumas pontes, por exemplo, como a que liga a zona sul a zona norte de Natal.

Com a máquina girando redondo e sem esse passivo, a tendência é ver a multiplicação dos investimentos próprios.

Ratos em ponta negra

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Na época em que foi instalado o paredão de pedras na praia de ponta negra os técnicos da semurb, me lembro bem, avisaram que a solução era ruim e passível de pragas urbanas. O exemplo de Boa Viagem no Recife era bem próximo. Mas a prefeitura bateu o pé e fez.

Após as pedras terem sido trocadas porque as primeiras instaladas eram menores e mais baratas do que o especificado em contrato da prefeitura com a empresa que fez a obra, o resultado não tardou a chegar. O vídeo do via certa Natal não deixa margem para dúvida. Os técnicos tinham razão.

Ultrapassando a espuma, só sobra a pré-candidatura de Styvenson

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Quem irá enfrentar a governadora Fátima Bezerra, que já disse que vai para reeleição?

Há muita fumaça em jogo. Porém, de concreto só o nome do senador Styvenson Valentim que procurará recall para se reeleger em 2026. Me refiro a candidaturas que podem passar dos dois dígitos de votos.

Carlos Eduardo já sinalizou mais preocupação com o apoio de Fátima para sair ao senado do que procura de fato se viabilizar para o governo.

Álvaro Dias não se movimenta mais em busca do governo. E é improvável que deixe a prefeitura nas mãos de sua vice, com um empréstimo já aprovado e obras para inaugurar, que é ligada a Carlos Eduardo.

Benes Leocádio até sinalizou. Tomba também. Mas os nomes não passaram de meros balões de ensaio.

O presidente da Assembleia Ezequiel também deixou seu nome circular, mas já puxou o freio de mão. Não tem postura, movimentação e articulação de pré-candidato.

Ao que tudo indica, da base bolsonarista também não sairá ninguém. Girão? Tentará a reeleição para permanecer na câmara federal.

Se só sobrar Styvenson a classe política de oposição terá um desafio, que é dialogar com alguém correndo o risco de ter a conversa de whatsapp vazada, como o senador já fez com um prefeito do RN. Não é uma tarefa simples.

E o outro problema é que os senadoráveis da oposição dependem de uma candidatura ao governo, para se lançarem ao senado. Do contrário, será provável que, além de reeleita, Fátima terá grande chance de fazer o senador.

Falso debate sobre liberdade é a porta de entrada para o ataque à vacinação no Brasil

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Um evento bizarro aconteceu ontem (15) na praia de ponta negra. Negacionistas encheram o chão com cruzes de supostos mortos pelas vacinas contra covid. Os mortos? Indivíduos de países distantes que não permitem qualquer checagem. O jornalismo profissional não reportou tais óbitos, muito menos as agências sanitárias do Brasil e do mundo responsáveis pela vigilância epidemiológica e controle de vacinas e muito menos ainda os cientistas. Tratava-se de um cemitério fake news feito com imagens de whatsapp.

Cemitério fake news é exposto na praia de ponta negra por negacionistas antivacina

Chamados de antivacina e negacionistas, eles estrebucham. Não admitem a caracterização, pois alegam lutar apenas pela liberdade. Mas o “debate” sobre liberdade de tomar vacina ou não só existe caso tenhamos alguma dúvida sobre o benefício da imunização. Daí eles empreenderem diuturnamente contra os imunizantes com mentiras.

O cavalo de Tróia sobre liberdade vacinal nunca ocorreu no Brasil e por um motivo bastante simples. Uma vez aprovada, as autoridades sanitárias, o ministério da saúde e o presidente vinham à público e passavam uma mensagem clara – a imunização é boa. Se é bom não há o que tergiversar. É algo distinto do que atravessamos agora.

Se a básica verdade for dita sobre o ato de se imunizar a discussão sobre liberdade simplesmente desaparece. Os pontos “liberdade” e antivacinação andam de mãos dadas porque, para tentar legitimar o ato de escolher se proteger ou não contra a covid, é necessário inventar aspectos negativos. Daí espalharem que as vacinas são experimentais, que geram mortes, infartos, mal súbito. E, além disso, justificarem que tomando ou não a pessoa pega o vírus, como se vacinados e não vacinados tivessem o mesmo desenrolar clínico diante da doença. Como se vacinados transmitissem o vírus do mesmo jeito que não vacinados.

A lorota mais nova é dizer que as vacinas contra covid não imunizam porque a pessoa ainda pode ter a doença. Ora, além de ser menos grave, outras vacinas também tem a mesma lógica – a da gripe, a do sarampo, contra catapora etc. Outras também necessitam de reforço, tais como a da gripe, contra o tétano. Os negacionistas jogam com o desconhecimento.

A verborragia sobre liberdade é a porta de entrada para o negacionismo e a antivacinação. Basta observar, além da cena triste e lamentável em ponta negra, o discurso da médica Roberta Lacerda. As suas redes sociais estão lotadas de falsos números sobre mortes de vacinados, sobre falsas reações que levaram a óbito quem tomou a vacina contra covid, mas ela não quer ser chamada de antivacina. Inclusive, pressiona jornalistas com seu advogado para que a caracterização seja retirada do ar.

Tudo isto ocorre por um motivo. O presidente Jair Bolsonaro tenta manter sua base mais fiel, diante da crise econômica e da forma com que enfrentou pandemia, dando-lhes mais um aperitivo antissistema contra qual lutar. É no próprio governo federal que este falso debate nasce, o presidente é o principal garoto propaganda do direito de se expor ao vírus sem proteção e a respeito de ideias mentirosas sobre os imunizantes.

As consequências já são sentidas. Além de conhecer um movimento antivacinação, algo nunca antes visto no Brasil, a cobertura vacinal para sarampo, pólio etc já enfrentam quedas significativas. Trata-se de um projeto político que, para o bem da vida e da economia, deve ser derrotado.

Governo do RN cobrará passaporte vacinal de servidores e da população em repartições públicas

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O Governo do Rio Grande do Norte, por meio das secretarias da Saúde Pública (Sesap) e da Administração (Sead), publicou neste sábado (15) portaria na qual disciplina o acesso de servidores e da população às dependências dos órgãos da administração pública direta e indireta do estado. A medida tem como principal finalidade prevenir a transmissão do novo coronavírus, em razão do aumento recente no número de casos da covid-19 no RN.

“É um cuidado a mais que o governo está tendo com o servidor e com a saúde pública, a fim de evitar uma reincidência de surto da doença nos prédios públicos. O objetivo é preservar o direito de todos e harmonizar o ambiente de trabalho – e fora do ambiente de trabalho – para que todos tenham essa harmonia e a saúde pública preservada”, explica a secretária da Administração, Virgínia Ferreira.

A Portaria Conjunta Nº 01/2022 – Sesap/Sead, publicada no Diário Oficial do Estado, estabelece como requisito para acesso às repartições públicas a obrigatoriedade de comprovação do esquema vacinal contra covid-19 em conformidade ao calendário de imunização. A exceção é para os casos que, por atestado médico ou que, nos termos do Plano Nacional de Imunização (PNI), não integrem, temporária ou permanentemente, grupo elegível para recebimento do imunizante. Ainda assim, é preciso comprovar a justificativa.

O documento também determina que os servidores e empregados públicos, bolsistas e estagiários que apresentarem qualquer sintoma gripal deverão permanecer em regime de trabalho remoto, bem como procurar serviço de saúde para atendimento médico. Se diagnosticado com Covid ou Influenza (H3N2), o servidor deverá se afastar das atividades laborais e cumprir isolamento pelo tempo determinado em atestado médico.

No intuito de proporcionar a redução da circulação de pessoas e evitar a possibilidade de contágio nas unidades administrativas, desde que mantida a capacidade de pleno funcionamento dos setores, a Portaria recomenda que as chefias elaborem escalas de horários para cumprimento da jornada de trabalho presencial dos servidores, de forma a possibilitar o sistema de rodízio. Aqueles que estiverem em teletrabalho, entretanto, deverão permanecer disponíveis via celular, e-mail ou outra via eletrônica durante todo o horário de expediente.

O documento também reforça que os órgãos públicos estaduais continuem seguindo a adoção das medidas de segurança sanitária, tais como incentivo à higienização frequente das mãos, vedação à aglomeração de pessoas e, principalmente, exigência do uso obrigatório de máscaras de proteção facial. “Para exercermos nossas atividades no trabalho de maneira segura e responsável contra a Covid-19, devemos continuar respeitando todos os protocolos e não relaxar nas medidas de prevenção em nenhum momento. É fundamental ainda que as pessoas procurem completar o seu esquema de vacinação tão logo seja possível”, reforça Virgínia Ferreira.

Os protocolos de biossegurança referente às rotinas de trabalho presencial estão dispostos na Portaria Conjunta nº 03/2020 – Sesap/Sead, de 07 de agosto de 2020.

A Portaria Conjunta Nº 01/2022 – Sesap/Sead pode ser acessada neste link: http://diariooficial.rn.gov.br/dei/dorn3/docview.aspx?id_jor=00000001&data=20220115&id_doc=754664