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Encontro do PSD Mulher incentiva participação feminina na política do RN

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O Partido Social Democrático (PSD) do Rio Grande do Norte realizou nesta sexta-feira (4) o I Encontro Estadual do PSD Mulher. O evento abordou através de palestras a importância das mulheres na política e discutiu as ações que já foram implantadas no estado por meio da gestão do partido.

O encontro aconteceu no Hollyday Inn e contou com a presença da presidente do PSD Mulher e Secretária Estadual de Trabalho, Habitação e Assistência Social (Sethas), Julianne Faria, a presidente do PSD Mulher Nacional, Alda Marco Antônio, o presidente do PSD RN e governador Robinson Faria, grandes lideranças do partido – prefeitas, vereadoras, secretárias estaduais, deputados e representantes de núcleos femininos.

A presidente do PSD Mulher no RN, Julianne Faria destacou a representatividade das mulheres na política do estado. “O RN é o estado com o maior número de mulheres eleitas no PSD, sendo 16 prefeitas e 69 vereadoras. Além disso, temos oito mulheres ocupando cargos de titular no Governo Estadual”. Julianne ainda falou sobre os programas sociais que está desenvolvendo a frente da Sethas gerando oportunidades para as mulheres. Ela citou o Artesanato, Microcrédito, Moradia Cidadã, Central do Cidadão, Vila Cidadã e Restaurante Popular.

A presidente nacional do PSD Mulher, Alda Marco Antônio conferiu uma palestra sobre o tema:  A Mulher na política do Brasil e no Mundo. Alda lembrou que no Brasil  25% das câmaras municipais não tem nenhuma vereadora eleita. “Esses municípios estão gerando leis para toda a comunidade, sem a participação de nenhum pensamento feminino. A cota, mesmo de 10%, já garantiria pelo menos uma mulher”, defendeu.

Segundo Alda, o Brasil é o penúltimo país das américas em presença da mulher na política, ficando à frente apenas do Haiti. “Nossa luta é criar um ambiente saudável e favorável para que as mulheres militem verdadeiramente. Alguns partidos são até hostis a presença feminina e nós queremos que o PSD seja diferente. O Rio Grande do Norte é um ótimo exemplo na história nacional da participação feminina na política”.

O presidente do PSD RN e governador Robinson Faria agradeceu a participação das mulheres no Encontro e disse que a atuação delas na política é essencial. “Cuidar da população é prioridade na gestão do PSD. E para cuidar de gente é preciso ter sensibilidade. As mulheres são fortes, guerreiras e sensíveis às questões humanas”, finalizou Robinson.

Governo federal teme infiltração do crime organizado nas eleições de 2018, diz ministro

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O governo federal disse temer a infiltração do crime organizado nas eleições de 2018, afirmou nesta sexta-feira (4) o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen. “Entendemos que o crime pode buscar financiar candidatos em 2018”, disse.
Etchegoyen se reuniu com jornalistas no Rio de Janeiro para falar sobre o plano de segurança para o estado. Em 2018 haverá eleições para deputados federais e estaduais, governadores e presidente. “Aí temos uma clara ameaça à segurança institucional.”

O general mencionou operação em São Paulo, que prendeu advogados ligados à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) infiltrados em organização civil. O problema se agrava com o fim do financiamento privado de campanhas, afirmou: os candidatos precisam de dinheiro para fazer campanha, o que abre possibilidade de financiamento por organizações criminosas.

Já houve, segundo o ministro, ameaças físicas no Maranhão e no Rio de Janeiro contra a realização de eleições. Na Baixada Fluminense houve 15 candidatos mortos desde 2015, das quais seis, segundo a polícia, teriam como causa disputas entre milicianos, e quatro por ações de traficantes.

Em agosto do ano passado, durante visita a cartórios eleitorais no RJ, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, que já presidia o Tribunal Superior Eleitoral, alertou para o mesmo risco mencionado por Sérgio Etchegoyen. Ele chegou a enviar ofício ao Ministério da Justiça, no qual solicitava que a Polícia Federal investigasse as mortes de candidatos.

“É uma situação extremamente grave. Há incidentes que podem não ter conotação eleitoral e outros, a maioria, com conotação eleitoral”, disse o ministro, na ocasião.
A influência do crime organizado nas eleições do Rio já aconteceu em outras disputas eleitorais. No ano passado, nos nove meses anteriores as eleições, 13 candidatos a vereador foram assassinados na Baixada Fluminense. Segundo a polícia, 11 casos tiveram motivação política e, em 6 deles, havia indícios de participação de milícias.

 

G1

 

“VAI DAR MERDA”: PF libera diálogo entre Henrique Alves e Eduardo Cunha que seria “negociação de propina”

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A Polícia Federal enviou para o Supremo Tribunal Federal (STF) diálogos entre os ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) que, segundo os investigadores, tratam de negociação de propina. A conversa é de 2012, quando ambos eram deputados, e cita Michel Temer, que era vice-presidente da República. Para a PF, a propina negociada seria paga pelo dono da JBS, Joesley Batista. Em um trecho, eles dão a entender que Temer ficaria incomodado se o empresário retirasse parte da propina que seria destinada ao grupo dele.

Em 22 de agosto de 2012, por mensagem de celular, Alves conta a Cunha o resultado de uma conversa com “Joes” – que, para a PF, trata-se de Joesley Batista. Os dois falam de “convites”. Para os investigadores, seria um código para mencionar o pagamento de propina. “Joes aqui. Saindo. Confirme dos 3 convites, 1 RN 2 SP! Disse a ele!”, escreveu Alves. Cunha respondeu: “Ou seja ele vai tirar o de São Paulo para dar a vc? Isso vai dar merda com o Michel. E ele não estaria dando nada a mais”.

A conversa cita três “convites” de Joesley que seriam repassados aos peemedebistas. A troca de mensagens estava no celular de Cunha apreendido pela PF. O relatório foi concluído em dezembro de 2016 e estava sob sigilo, dentro das investigações sobre Cunha na Lava-Jato. Somente agora o STF disponibilizou o material para consulta pública. “A utilização do termo ‘convites’ pode ser uma tentativa de mascarar uma atividade de remessa financeira ilegal, já que, caso fosse um procedimento que obedecesse estritamente as normas legais, não haveria o porquê do uso deste termo”, diz o relatório da PF.

O documento reforça a suspeita dos investigadores de que a propina estava sendo negociada para abastecer campanhas eleitorais. Na delação premiada, Joesley disse que deu, via caixa dois, R$ 3 milhões para a campanha de Gabriel Chalita à prefeitura de São Paulo em 2012, a pedido de Temer.

O GLOBO

 

Sem Janot, Lava Jato terá ‘rumo certo’, afirma Temer

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Por Estadão

 

Dois dias após a Câmara barrar a denúncia ppor corrupção passiva, com o apoio de 263 deputados, o presidente Michel Temer disse que as mudanças na Procuradoria-Geral da República “darão o rumo correto à Lava Jato”. Em seu gabinete, redecorado, Temer também não descartou a possibilidade de troca de comando na Polícia Federal e afirmou que nunca pretendeu destruir a operação da qual virou alvo. “O rumo certo é o cumprimento da lei”, disse, em entrevista ao Estadão/Broadcast, quando questionado sobre qual caminho vislumbra para a Lava Jato, de agora em diante. Autor da denúncia chamada por Temer de “ridículo jurídico”, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deixa o cargo em 17 de setembro.

Em uma hora de entrevista, o presidente procurou amenizar as traições na base aliada durante a votação da denúncia e apostou na aprovação de uma reforma da Previdência mais enxuta em setembro. Temer afirmou que não haverá retaliação aos infiéis, mas sugeriu que quem não vota com o governo deveria entregar os cargos. Questionado sobre a divisão no PSDB, que ameaça deixar a Esplanada, ele disse esperar apoio dos tucanos nas próximas batalhas no Congresso. “Quem estiver sentindo-se mal no PSDB sairá do governo, não tenho dúvida. Não estou dizendo o partido como um todo, porque lá há uma divisão muito grande.”

 

Economistas do PSDB pedem desembarque do partido do governo Temer

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Os economistas Elena Landau, Gustavo Franco e Edmar Bacha, formadores da política econômica dos governos de Fernando Henrique Cardoso, publicaram carta aberta ao presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), pedindo que o partido deixe a base do governo de Michel Temer.

Em texto publicado nas redes sociais pouco depois da sessão na Câmara que arquivou pedido de investigação de Temer, os economistas tucanos pedem que os quatro ministros do partido no governo entreguem seus cargos.

Landau, Franco e Bacha pedem também a renovação na direção do PSDB. Após suspeitas de corrupção, o senador Aécio Neves (MG) foi afastado da presidência nacional da sigla.Landau disse à reportagem que a carta foi uma alternativa à desfiliação dos economistas do PSDB. Os signatários manifestaram apoio à permanência de Tasso no comando do partido.

Os economistas fazem críticas à aliança atual com o PMDB, diante das denúncias que recaem sobre o presidente Michel Temer e seu núcleo político. Dizem que o governo atual é manchado pela “corrupção institucionalizada”.

“Infelizmente, incapaz até agora de se dissociar de um governo manchado pela corrupção institucionalizada que herdou do PT, o PSDB tem optado por deixar vazio o centro político e ético de que o país tanto precisa”, diz o documento.

ELEIÇÕES 2018

Eles relatam temer o enfraquecimento do partido diante da proximidade das eleições de 2018. Dizem acreditar que o partido poderá perder protagonismo no cenário, deixando o caminho para que adversários vençam a disputa.

“Trata-se da possibilidade da eleição de um radical populista, de esquerda ou de direita, que arruinaria com as perspectivas econômicas e talvez mesmo com a democracia no país”, diz a carta sem citar nomes.

Landau presidiu o BNDES nos anos 1990, durante o período das privatizações de FHC. Franco e Bacha participaram da elaboração do Plano Real. No documento, dizem acreditar que suas opiniões podem influenciar em uma mudança de orientação do partido.

Landau disse que eles são favoráveis às reformas em curso no país, como a da Previdência e a trabalhista, e que mantêm o apoio à atual equipe econômica. A divergência seria mesmo no campo da ética e nesse sentido o partido precisaria “praticar o que prega”.

“Não precisamos estar no governo para defender as reformas. O partido precisa ter coerência e não precisava ter capitaneado o relatório para arquivar a denúncia”, disse Landau.

Desde que as suspeitas contra Temer vieram à tona que o PSDB está rachado. O relatório que pedia arquivamento da denúncia foi elaborado pelo tucano Paulo Abi-Ackel (MG), mas o líder do partido, Ricardo Trípoli, pediu voto contrário à bancada.

Dos 47 deputados, 21 votaram pela abertura de inquérito, enquanto 22 votaram contra a denúncia. Quatro não compareceram.

“Fica o nosso apelo para que, na convenção de agosto, sob sua liderança [de Tasso Jeireissati] o PSDB -reafirmando seu apoio e mantendo-se à frente das reformas no Legislativo- decida (i) renovar sua direção, (ii) entregar os ministérios que têm no governo, e (iii) refundar-se programática e eticamente”, diz a carta. Com informações da Folhapress.

Dilma critica decisão da Câmara e ironiza popularidade de Temer

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A ex-presidente Dilma Rousseff comentou neste sábado, por sua conta no Twitter, a decisão da Câmara em não prosseguir com a denúncia por corrupção contra o atual presidente, Michel Temer.

Na última quarta, por 263 votos a favor e 227 contra, Temer se livrou de um processo no Supremo Tribunal Federal.

“Vamos resistir e vamos lutar até devolver os direitos roubados do povo brasileiro pelo governo golpista. Apoio que foi negado aos destruidores de direitos por 4 eleições presidenciais seguidas, razão pela qual optaram por derrubar o governo. Têm no Congresso o apoio que jamais teria nas ruas e nas urnas para prosseguir com a pauta mais regressiva da história do Brasil.”

Dilma, em sua publicação, usou o espaço para ironizar a popularidade do presidente, que na última pesquisa realizada pelo Datafolha, atingiu apenas 7% de aprovação, o nível mais baixo desde José Sarney, que em 1989 deixou o Planalto com 5%.

“Com aprovação menor que sensação térmica em madrugada de inverno em São Joaquim, Temer obtém licença para continuar extinguindo direitos.”

Cidade Luz: empresários presos querem falar

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Allan Emmanuel Ferreira da Rocha e Felipe Gonçalves de Castro, que já se encontram presos em cumprimento de prisão preventiva decretada na Operação Cidade Luz, tiveram novos mandados de prisão expedidos na operação Blecaute deflagrada em Caicó.

O índio Poti soube de fonte insuspeita de que, já no segundo dia na prisão, um dos empresários preso disse que faria qualquer coisa para sair de lá. Há suspeitas, inclusive, de que ele já está falando em busca da delação premiada e novas operações, a exemplo do que ocorreu hoje (04) em Caicó, devem surgir em outros municípios com possível esquema semelhante em desvio de dinheiro público na taxa de iluminação pública.

Vaticano pede suspensão da Constituinte na Venezuela

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Revista Exame – Cidade do Vaticano – O Vaticano expressou nesta sexta-feira sua preocupação e a do papa Francisco pela situação da Venezuela e instou o governo de Nicolás Maduro a suspender a Constituinte por fomentar “um clima de tensão” e “hipotecar o futuro”.

Em um comunicado, a Secretaria de Estado do Vaticano lamentou a “radicalização e o agravamento da crise “e apontou que o papa “segue de perto” esta situação e “suas implicações humanitárias, sociais, políticas, econômicas e, inclusive, espirituais”.

“A Santa Sé pede a todos os atores políticos, e em particular ao governo, que assegure o pleno respeito dos direitos humanos e das liberdades fundamentais, como também da vigente Constituição”, destaca a nota.

A Secretaria de Estado, dirigida pelo cardeal Pietro Parolin, antigo núncio em Caracas, pediu que “se evitem ou se suspendam as iniciativas em curso como a nova Constituinte” pois, segundo salientou, “mais que favorecer à reconciliação e a paz, fomentam um clima de tensão e enfrentamento e hipotecam o futuro”.

Além disso, dirigiu uma “premente chamada” a toda a sociedade para que “seja evitada toda forma de violência” e pediu que as forças de segurança se abstenham do “uso excessivo e desproporcional da força”.

A Assembleia Constituinte, integrada apenas por representantes ligados ao governo de Nicolás Maduro eleitos nos pleitos do domingo passado, deve iniciar suas tarefas hoje, apesar das denúncias de fraude eleitoral.

A Conferência Episcopal da Venezuela (CEV) rechaçou esta iniciativa do Executivo de Maduro por considerá-la “perigosa para a democracia” e o presidente dos bispos venezuelanos, Diego Padrón, alertou que poderia derivar em uma “ditadura militar”.

A Constituinte foi rejeitada por países como Brasil, México, Espanha, Colômbia e Estados Unidos, bem como pela União Europeia, enquanto foi reconhecida por China, Rússia, Cuba, Bolívia e Nicarágua.

O Vaticano, que impulsionou no ano passado uma negociação entre as partes que acabou fracassando, se soma deste modo ao grupo de países que exigem que Maduro suspenda seus planos constituintes.

Ex-vereadora Amanda Gurgel confirma ingresso no PSOL

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O informe está na sua página. Sem espaço no PSTU, partido que já havia rompido na prática por divergir de sua posição sobre o impeachment de Dilma Rousseff (o PSTU não foi contrário), Amanda Gurgel irá para o PSOL.

Fotos mostram malas com dinheiro de propina para Temer e Aécio

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Os R$ 2 milhões em propina pagos ao senador Aécio Neves (MG), assim como os R$ 500 mil destinados ao presidente da República, Michel Temer, foram entregues em notas de R$ 50 e R$ 100, devidamente divididas e acomodadas em malas pretas.

As fotos dessas malas, lotadas de dinheiro, foram divulgadas pela revista Época, nesta sexta-feira (4), e podem ser conferidas aqui.

O responsável por pegar o dinheiro destinado ao tucano mineiro era o primo dele, Frederico Pacheco, o “Fred”, a quem o senador se referiu como “um cara que a gente mata antes de fazer delação”, em áudio divulgado pelos investigadores da Lava Jato.

Já a mala que seria destinada a Temer, contendo R$ 500 mil, foi entregue a Rocha Loures, como mostraram as imagens divulgadas pelo Ministério Público Federal.

Toda a ação foi monitorada pela Polícia Federal, em uma ação controlada, autorizada pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF).

No comando da distribuição do montante estava o lobista Ricardo Saud, da JBS, de propriedade dos irmãos Joesley e Wesley Batista. Cabia ao operador financeiro a missão de comandar o setor da empresa que trabalhava com dinheiro “vivo”, destinado ao pagamento de propinas para políticos de todo o Brasil e que recebia o nome, internamente, de “Entrepostos”.