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José Agripino pediu afastamento de procurador da Lava Jato, dizem fontes

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O senador José Agripino, presidente do DEM, pediu o afastamento do procurador Rodrigo Telles do grupo de trabalho da Lava Jato que atua na Procuradoria-Geral da República à chefe do Ministério Público Federal (MPF) no Rio Grande do Norte. O fato foi relatado a ÉPOCA por fonte com conhecimento direto do episódio.

Em encontro pessoal no começo de fevereiro com a procuradora Caroline Maciel, Agripino, nas palavras de uma testemunha, pediu expressamente o afastamento de Telles das investigações contra ele. A procuradora disse que nada poderia fazer. E relatou o caso ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e aos diretores da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR). Caroline compõe o comando da entidade.

Mais cedo, foi revelado que Agripino, segundo relatos obtidos pela reportagem, pedira a cabeça de Telles a Janot no começo do ano. O pedido de Agripino a Janot aconteceu, de acordo com as fontes ouvidas por ÉPOCA, após a tentativa infrutífera de afastar Telles por meio da chefe do MPF no Rio Grande do Norte. A revista também revelou que a nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge, decidiu excluir da Lava Jato Telles e outro procurador do atual grupo de trabalho da PGR, quebrando o compromisso público que havia assumido.

Telles, um dos mais importantes procuradores da Lava Jato, encabeçou investigações que resultaram em duas denúncias no Supremo contra Agripino. Uma delas foi apresentada na semana passada. Raquel nomeou como seu vice o procurador Luciano Maia, primo de Agripino.

O senador admitiu o encontro com a procuradora Caroline Maciel, mas afirmou que o procurador Rodrigo Telles e as investigações que tramitam contra ele no Supremo não foram assunto da reunião. “Nada, nada. Conversamos sobre temas de interesse do meu estado. Ela é a chefe do Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte”, disse. Agripino não detalhou quais temas debateu.

Bolsa estágio do TJRN para universitários abre novo processo de seleção; mais de 200 vagas ofertadas

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A Comissão do Concurso Público para Seleção de Estagiários do Poder Judiciário do Rio Grande irá realizar seleção para preenchimento de vagas e para cadastro de reserva para o Programa de Estagiários no Poder Judiciário do RN. A inscrição será feita exclusivamente através da Internet, no período de 14h do dia 25 de setembro de 2017 às 16h do dia 10 de outubro de 2017, no endereço eletrônico www.idecan.org.br. O valor da inscrição é de R$ 60. O edital completo da seleção pode ser visto neste link: http://www.tjrn.jus.br/images/selecao_estagio_2017.pdf

As vagas estão disponíveis para os universitários de Administração, Biblioteconomia, Ciência da Computação, Ciências Contábeis, Comunicação Social, Direito, Estatística, Pedagogia, Psicologia e Serviço Social, regularmente matriculados e que estejam cursando, no mínimo, o 5º período do curso em instituição reconhecida pelo Ministério da Educação. Ao todo são 226 vagas mais o cadastro de reserva.

A seleção será feita pelo Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistência (Idecan). As vagas irão atender às necessidades das comarcas divididas por cinco polos: Natal, Assu, Caicó, Mossoró e Pau dos Ferros. Dez por cento das vagas serão reservados a candidatos portadores de deficiência.

O Estagiário perceberá, a título de bolsa mensal de estágio pela jornada semanal de 20 horas o valor de R$ 937,00 e pela jornada semanal de 30 horas, o valor de R$ 1.405,50, conforme Resolução nº. 10/2017-TJ, publicada na edição 2241 do Diário da Justiça Eletrônico. Além disso, o selecionado receberá também auxílio-transporte no valor atual de R$ 127,60.

Estudantes do Estado se posicionam contra retrocessos na educação

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Estudantes do Estado se posicionam contra 

retrocessos na educação

No último sábado (16), estudantes de Natal, Região Metropolitana e interior do Estado, aprovaram durante a plenária final, do 1° Encontro Metropolitano de Grêmios e Coletivos Estudantis, a Carta do Atheneu. A carta final reflete os debates que aconteceram ao longo de dois dias no Colégio Estadual do Atheneu Norte-Riograndense, mais antiga instituição de ensino do Estado, sobre temas essenciais para a Educação.O evento reuniu na capital do Rio Grande do Norte cerca de 300 estudantes secundaristas, 80 delegados e 40 grêmios e coletivos.

Nela, os estudantes se colocam à disposição da luta e se posicionam contra os cortes nos investimentos públicos, reformas trabalhista e da previdência, e o “consórcio golpista” que se formou no Congresso Nacional, e “que tem se empenhado para desmontar totalmente o Estado brasileiro”. Os secundaristas também se posicionam contra “a Reforma, leia-se deforma, do ensino médio, que foi aprovada sem nenhum tipo de diálogo com a classe estudantil” e o PL da Escola sem Partido (Lei da Mordaça). “Escola sem partido e sem pensamento crítico é ditadura e isso nós não vamos admitir!”, diz trecho da carta.

A Carta do Atheneu também ratifica o combate a todas as formas de opressões como uma tarefa de todos. “O machismo, racismo e lbgtfobia estão na nossa ordem do dia. A construção de um mundo mais fraterno, onde o amor seja livre e amar não seja um crime. É tarefa de todos os secundaristas travar a luta nesse campo”.

Por último, a Carta do Atheneu convoca os estudantes para o 16º Congresso da Associação Potiguar dos Estudantes (APES), que será realizado em novembro de 2017, a fim de fortalecer e engrandecer cada vez mais o movimento estudantil do Rio Grande do Norte.

(Leia a carta na íntegra abaixo).

CARTA DO ATHENEU


            Nós, estudantes secundaristas de Natal e de diversos municípios do Rio Grande do Norte reunidos no 1º Encontro Metropolitano de Grêmios e Coletivos Estudantis da União Metropolitana dos Estudantes Secundaristas de Natal – UMES-Natal, que conta com a participação de 40 grêmios e coletivos estudantis e mais de 200 participantes, após dois dias de intensos debates sobre os rumos das nossas cidades, do nosso estado e país, apresentamos a sociedade a Carta do Atheneu. Nela, concretiza-se não apenas um conjunto de opiniões, mas a disposição de luta pela construção de outra realidade, bem diferente da atual, que possa ser capaz de tornar realidade todos os nossos sonhos.


Nos últimos anos o Brasil viveu um intenso momento de transformações sociais significativas, que proporcionaram ao povo brasileiro o acesso a vários direitos historicamente negados, sobretudo, às classes mais pobres do nosso país. Agora estamos vendo esses mesmos direitos arduamente conquistados sendo retirados à surdina e na calada da noite. O consórcio golpista que se formou no Congresso Nacional tem se empenhado para desmontar totalmente o Estado brasileiro e, infelizmente, têm conseguido fazer isso. A PEC 55, que limita os investimentos nos serviços públicos de seguridade social pelos próximos 20 anos, é um exemplo desse desmonte e que tem impacto direto em áreas como educação, saúde, assistência etc.


Várias das nossas riquezas nacionais estão sendo entregues ao capital estrangeiro e isso além de fragilizar nossa economia, também dissolve a soberania do nosso povo. As reformas trabalhista e da previdência ceifam os nossos direitos a um trabalho digno e a possibilidade de um dia aposentar-se. Não aceitaremos essa cantilena de crise. Se existe crise, a culpa não é nossa! A culpa é dos que sempre saquearem o nosso país e que insistem em roubar os recursos da educação, da cultura, e de todas as áreas em que o povo é o centro. E para quê? Para continuar a priorizar o pagamento da dívida externa e engordar os bolsos dos banqueiros. Já chega! Nenhum centavo a menos!


Agora mais do que nunca vivemos um momento intenso de luta e RESISTÊNCIA. É de total responsabilidade da nossa geração não permitir que isso aconteça! Nossa organização no movimento estudantil é crucial para fazer o enfrentamento e barrar todo esse retrocesso. Precisamos convencer o povo de que a saída é sempre pela política, por isso, a formação de uma frente ampla, que congregue setores progressistas e mais avançados da sociedade com a pauta central: #DiretasJÁ!

Governador oficializa promoções da PM

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Governador oficializa promoções da PM

 

O governador do Estado, Robinson Faria oficializou hoje (18) as promoções de 327 policiais militares do Rio Grande do Norte. O benefício, que havia sido assinado pelo governador no início deste mês, fez subir de patente 94 oficiais e 233 praças da PM. Nesta segunda-feira ocorreu a cerimônia de cumprimentos aos novos promovidos no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, no Tirol, com a presença da secretária de Estado da Segurança Pública, Sheila Freitas, e do Comandante Geral da PM, Coronel Osmar José Maciel de Oliveira.

Durante a solenidade, o governador ressaltou a valorização e o incentivo que norteiam a gestão no trato com a Segurança Pública. “Em meio a uma crise econômica que afeta o Brasil e reflete no RN, tivemos coragem e ousadia de promover os nossos policiais. Em nenhum outro governo se promoveu tanto quanto neste”, disse Robinson. Ao todo, já com os números das promoções de hoje, o governo alcançou a marca de 6.500 ascensões nos últimos dois anos e meio, somente no âmbito da Polícia Militar.


O número recorde também foi destaque no discurso do Comandante Geral da PM, “Este número relevante de promoções demonstra preocupação, dedicação e o respeito com a nossa corporação”, disse o Coronel Osmar José. O comandante anunciou ainda novas promoções. “Temos a grata satisfação de anunciar a promoção de mais 18 componentes da PM do quadro de saúde”. Na ocasião, o governador já assinou as promoções divulgadas.


Entre os promovidos nesta segunda, está o agora capitão, doutor Edênio Rego. Ele aguardava a nova designação de posto há 15 anos. “A data de hoje me orgulha muito, uma vez que eu aguardava essa promoção há muito tempo e é muito importante esse reconhecimento do nosso trabalho e da nossa dedicação à instituição Polícia Militar”, finalizou o cardiologista.

Cidade luz: delação de empresário subiu pra o TJ

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Isto significa dizer que o empresário Allan Rocha, posto em liberdade, entregou ou deputado estadual ou prefeito. O tribunal de justiça é o foro para esses ocupantes de cargos eletivos.

Henrique Alves quer que Justiça desbloqueie R$ 1 milhão para sua família usar

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Revista Época – O ex-ministro Henrique Eduardo Alves, preso desde de junho, pediu ao juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal, a liberação de R$ 1 milhão confiscados. O peemedebista alega que precisa do dinheiro para custear despesas básicas da família. A defesa de Alves ofereceu bens em garantia. Oliveira consultou o Ministério Público Federal sobre o pedido.

Alves é réu da Operação Sépsis, que investiga corrupção envolvendo a liberação de recursos do FI-FGTS, administrados pela Caixa. O advogado Marcelo Leal, que defende o político potiguar, pediu à 10ª Vara que a delação do corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro seja anexada ao autos — a defesa de Funaro fez o mesmo. Sem a delação, avalia Leal, ficam inviabilizados interrogatórios dos acusados previstos para esta semana.

Raquel Dodge blinda equipe contra grupo de Rodrigo Janot

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Coluna Estadão – SINAIS PARTICULARES: Raquel Dodge, procuradora-geral da República/Por Kleber Sales

A equipe de Raquel Dodge, que assume hoje a Procuradoria-Geral da República, foi orientada a marcar todos os acessos a informações sigilosas, anotando datas e horários. O cuidado é para ter como se defender de eventuais acusações de vazamentos após a sua posse. O clima de desconfiança entre os grupos de Dodge e de Janot permeou a troca de bastão na procuradoria e os movimentos indicam que vai continuar. No discurso de cerca de 10 minutos que ela promete fazer hoje, foi estimulada a propor um resgate da confiança no Ministério Público.

Vem que tem. Interlocutores de Dodge dizem ser um caminho natural a abertura de investigação interna para apurar a conduta de seu antecessor diante das polêmicas que marcaram a saída de Janot do cargo.

Com natalenses incluídos, 12 milhões difundem notícias falsas sobre política no Brasil

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O Estado de S. Paulo

Cerca de 12 milhões de pessoas difundem notícias falsas sobre política no Brasil, de acordo com levantamento do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação (Gpopai) da Universidade de São Paulo (USP). Se considerada a média de 200 seguidores por usuário, o alcance pode chegar a praticamente toda a população brasileira. O dado é resultado de um monitoramento com 500 páginas digitais de conteúdo político falso ou distorcido no mês de junho.

Pesquisadores das diversas áreas ligadas ao assunto, como Ciência da Computação, Ciência Política, Comunicação e Direito, são unânimes em afirmar que as notícias falsas podem ganhar bastante protagonismo na próxima disputa presidencial brasileira, com potencial de alcance maior do que as informações de fontes reconhecidas como confiáveis. “No atual momento, a polarização ideológica coincidiu com o consumo de notícias sobre política por meio das redes sociais. Quanto mais manchetes se prestam a essa informação de combate, maior é a performance delas, o que acaba por corroer o sistema como um todo, poluindo o debate político”, avaliou o cientista político Pablo Ortellado, um dos coordenadores do Gpopai.

O prognóstico é reforçado por exemplos quase que diários na rede. No dia 19 do último mês, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi alvo de uma fake news que dizia que o petista havia sido expulso de um restaurante em Natal. Naquele dia, Lula estava em Pernambuco na caravana pelo Nordeste. A notícia falsa teve quase 15 milhões de compartilhamentos, comentários e outras interações no Twitter.

Janot tinha pressa para tirar Temer e barrar a “bruxa” Dodge, afirma procurador

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POR FOLHAPRESS

O procurador da República Ângelo Goulart Villela, 36, afirma que Rodrigo Janot fez o acordo de delação com a JBS com o objetivo de derrubar o presidente Michel Temer e impedir a nomeação de Raquel Dodge para substituí-lo no comando da Procuradoria-Geral da República.

Ele contou que presenciou uma conversa em que Janot (a quem chama pelo primeiro nome, Rodrigo) afirmou: “A minha caneta pode não fazer meu sucessor, mas ainda tem tinta suficiente para que eu consiga vetar um nome”. “Ele tinha pressa e precisava derrubar o presidente”, diz. “O Rodrigo tinha certeza que derrubaria”, afirma.

Villela concedeu à Folha no sábado (16) sua primeira entrevista após deixar a prisão, no dia 1º de agosto, onde ficou por 76 dias sob suspeita de vazar à JBS informações do Ministério Público. “A desonra dói muito mais que o cárcere”, disse.

Alvo da Operação Patmos, de 18 de maio, ele foi denunciado por corrupção passiva, violação de sigilo funcional e obstrução de Justiça.

Em sua delação, Joesley Batista, a JBS, disse que Villela teria recebido uma “ajuda de custo” de R$ 50 mil por mês para vazar informações. Depois, porém, afirmou não saber se o dinheiro chegava ao procurador.

O advogado Willer Tomaz seria o intermediário. A Polícia Federal monitorou em maio um encontro de ambos com Francisco Assis e Silva, advogado e delator da empresa.

Villela integrava a força-tarefa da Operação Greenfield, que investiga um suposto esquema de uso irregular de recursos de fundos de pensão.

Na entrevista, ele nega ter recebido propina e diz que se aproximou da JBS para negociar uma delação. Relata sua amizade com Janot e afirma que o ex-procurador-geral chamava Dodge de “bruxa” em conversas reservadas.

Em novo desabafo, Flavio Rocha diz que procuradora persegue as facções

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Do Portal Agora RN – Em novo desabafo – desta vez no Instagram – o principal executivo do grupo Guararapes, Flavio Rocha, acusou a procuradora Ileana Mousinho, do Ministério Público do Trabalho, de “perseguir” as facções têxteis e de querer “fazer mal” ao pai dele, Nevaldo Rocha.

O MPT tem se colocado no caminho das facções que atuam no interior do Rio Grande do Norte, por entender que seus operários não estão sendo tratados dignamente. Como consequência, o MPT pediu que o grupo Guararapes contrate os trabalhadores e ainda pague um multa de R$ 38 milhões.

Em seu texto, Flavio Rocha pede que, mesmo após infrutífera conversa pessoal, Ileana Mousinho “deixe o ódio de lado” e deixe-o, juntamente aos operário terceirizados das facções, trabalhar em paz.

Dr. Ileana Mousinho, eu me dirijo à senhora não como acionista e gestor. Não como dono da Guararapes ou da Riachuelo, mas como porta voz de toda a cadeia produtiva de um setor que é uma vocação do nosso estado. Tecelões, costureiras, operadores de callcenter, motoristas de caminhão, caixas, vendedores, próprios, terceirizados, nas 27 estados da federação.

A maioria, 20%, ainda no RN. Mas já foram, antes da sra. entrar na nossa vida em 2008, mais de 60% só no nosso estado. Eram 20.000 só nessa unidade que o vídeo mostra. Era a maior fábrica de confecção do mundo. Todo o mal que a Sra. pensa que está fazendo ao meu pai Nevaldo, recai sobre esses pais e mães de família do vídeo tantos outros que a Sra. acha que defende.

Desde que a Sra começou a nos perseguir a nossa empresa cresceu muito, mas o RN, para nossa tristeza, pouco tem se beneficiado desse sucesso. Ao nos expulsar do nosso próprio estado, a Sra. nos obrigou a construir novas fábricas em outros estados e países que nos recebem com o respeito que merece quem cria empregos e riquezas. É em nome deles, Doutora, que pedimos que pare e nos deixe trabalhar. A Sra. tem sistematicamente enviado denuncias infundadas a todas as delegacias do MPT de todos os estados. Com exigências absurdas que não faz a nenhum dos nossos concorrentes. Por que só nós?

Agora, tenho sido informado por jornalistas de grandes órgãos de imprensa que a Sra ocupa o seu tempo para pautar jornais e redes de TV nacionais com injúrias a respeito da Guararapes, sobre minha pessoa e até sobre minha família. Por que tanto ódio, Dra? Estive com a Sra. por alguns minutos quando tudo isso começou. Tentei já naquele momento, mostrar o dano que iria causar. Tentei mostrar-lhe o que considero ser a minha missão nessa passagem terrena que é transformar o RN na “Galícia Potiguar”. Vejo que não consegui, mas o sonho não morreu. O nosso setor tem o potencial de transformar a realidade socioeconômica do RN. Basta que a Sra deixe o ódio de lado e nos deixe trabalhar.