Relatório de Michelle Bachelet sobre a ditadura na Venezuela é devastador

A chefe da comissão de direitos humanos da ONU, Michelle Bachelet, líder inconteste da esquerda da América Latina, produziu um relatório devastador sobre a situação da Venezuela. Colocarei link para a matéria no fim da postagem.

Segundo sua pesquisa no país, em 18 meses as chamadas forças de libertação nacional do governo já assassinaram cerca de 7 mil pessoas. As cenas dos crimes são forjadas, para parecer que as vítimas reagiram ou que desenvolviam atividades criminosas.

O seu relatório narra ações de estupro, chacinas, intimidações e perseguição de organizadores de passeatas no país. Prisões políticas são seguidas de mortes dentro das cadeias.

O relatório de Bachelet é simbólico porque a ex-presidente chilena sempre se opôs a qualquer tipo de intervenção no país, aderindo ao discurso da esquerda sul-americana.

Bachelet demonstrou horror especial com a morte do capitão da marinha Rafael Acosta, preso por ação política com boa saúde e que foi a óbito uma semana depois em um hospital com sinais visíveis de tortura.

A esquerda brasileira precisa parar de emprestar qualquer tipo de apoio, passada de pano como se convencionou dizer nas redes sociais, para a completa deterioração da Venezuela. O custo já está sendo pago por aqui, mas a fatura ainda vai aumentar. Bolsonaro agradece.

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