Representantes da produção da energia eólica precisam explicar como EIA/RIMAs irão inviabilizar os seus negócios

Há quase uma semana a imprensa local está moendo a reclamação dos representantes das empresas de energia eólica sobre a cobrança de um Estudo de Impacto Ambiental / Relatório de Impacto Ambiental (EIA / RIMA) no RN a partir da instalação de empreendimentos de captação de energia de 10 megawatts. Alegam que em outros estados só se cobra o estudo a partir de 150 megawatts. Dizem que pode inviabilizar o negócio no RN.

As matérias só não dizem como uma recomendação da Procuradoria Geral, que é um mero EIA/RIMA, irá inviabilizar novos negócios. Os EIA/RIMAs representam estudos simples tocados pelos próprios empreendedores e raramente são reprovados pelos órgãos competentes. Só para citar um exemplo: o estudo do impacto do Midway disse que, após o shopping, o trânsito na região iria melhorar e ele foi aprovado.

A opinião dos procuradores também não é veiculada. Não custava nada trazer os seus pontos de vista.

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