Sara Winter não é ativista

A líder do grupo extremista denominado de “300 pelo Brasil”, Sara Winter, foi presa após atacar com fogos de artíficio o Supremo Tribunal Federal no último fim de semana. A ordem foi expedida pelo ministro Alexandre de Moraes.

Daí que as manchetes estampam: prenderam a ativista. Ora, ela adota codinome de uma espiã nazista, defende o ultranacionalismo ucraniano como estratégia para o Brasil e vem promovendo um conjunto de manifestações violentas. Ativismo?

O interessante é que ela parece que vai atingir seu real objetivo, que é virar deputada na próxima eleição.

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