Sobre a argumentação da médica Roberta Lacerda: vacina, ivermectina, declarações de Merkel e o decálogo de Lênin

Não é de hoje que médicos defensores da cloroquina e da ivermectina contra o novo coronavírus passaram a ter microfones abertos sem o contraditório em Natal. Desde Maio de 2020, quando começou a pressão pela abertura do comércio e um representante do sindicato dos médicos (Sinmed/RN) prometeu diminuir as internações nas UTIs com o uso do tratamento precoce (leia a nota do sinmed aqui), que a cobertura local pende em favor do uso de medicamentos sem eficácia comprovada e até já comprovadamente ineficazes. Profissionais críticos dessa medida, que foi amplamente alardeada como ação de sucesso no período eleitoral de 2020 na capital do RN, mesmo Natal amargando os piores números do Estado, têm espaço reduzido, apesar de todo o consenso mundial estando do lado deles.

A médica Roberta Lacerda é uma das profissionais que tem frequentado praticamente todos os canais de imprensa da cidade. Ela é defensora da cloroquina e da ivermectina. De fala veloz, citando muitos supostos estudos e números, além de termos técnicos, gera uma retórica convincente aos olhos de um leigo. Em suas entrevistas, sempre muito elogiosas pelos membros de bancada, não é indagada pelas contradições em seu discurso, com o que se publica na imprensa nacional e mundial e pareceres e comunicados das mais diversas autoridades sanitárias. Quando raramente ocorre, ela aponta uma conspiração do que chama, junto com outros médicos locais, de big farma contra medicamentos baratos e critica a mídia. Ela diz não temer o debate e inclusive já fez desafios públicos contra médicos críticos do tratamento precoce.

O blog resolveu aproveitar a deixa – a de não temer o debate – e fazer alguns questionamentos sobre partes da fala proferida pela médica no programa 12 em ponto de sexta feira (16), além de alguns complementos retirados de outras inserções públicas produzidas por ela.

Como o único espaço praticamente que tenho é esse, farei as minhas ponderações contra o que ela afirmou – o que alcançará outros médicos de linha semelhante – por aqui. Porém, desde já enfatizo que o blog estará aberto para receber o contraditório dela e de qualquer outro profissional de saúde que queira argumentar.

Todo o programa se encontra aqui.

Vamos por pontos.

VACINAS TÊM MENOS DE 40% DE EFICÁCIA CONTRA A CEPA AFRICANA

A médica Roberta Lacerda alegou que três vacinas testadas contra a cepa africana têm menos de 40% de eficácia.

Diz ela:

“Por isso eu lembro aqui da Africa do Sul. Lá ela sofreu mutação, que parece ter as mesmas características da nossa cepa – a cepa p1. A Africa do Sul tinha a disposição três vacinas – moderna, pfizer e oxford e simplesmente essas vacinas tem menos de 40% de eficácia”.

Que estudos são esse? Na imprensa tudo parece ser mais complexo. E por isso a pergunta aqui. Sim, há a preocupação com a eficácia das vacinas para as novas variantes. A preocupação especial é com a vacina de Oxford/Astrazeneca, que tem demonstrado baixa eficácia, mas o trabalho ainda precisa de maior detalhe porque a amostra foi muito pequena. Por isso pouco representativa, avalia o cientista Miguel Nicolelis.

Estudos em Israel mostraram que a vacina da Pfizer pode ter eficácia menor contra a variante africana. Porém, não se sabe com exatidão a porcentagem e a amostra foi muito pequena. Daí o caráter inconclusivo (leia aqui). Ocorre que as empresas comunicaram a confecção de estudo com amostra maior e devidamente controlada contra a variante africana que demonstra 91,3% de eficácia (leia aqui).

Outras vacinas demonstraram eficácia contra a variante africana e a OMS emitiu comunicado há três dias dizendo que as vacinas atuais ainda são eficazes contra as novas cepas (leia aqui). De qualquer modo, é um tema complexo e pouco crível cravar um número para três imunizantes distintos, diante do que está anunciado. Isto torna-se ainda mais complicado numa rádio de alcance popular, num momento em que ainda há uma resistência no Brasil de 1 a cada 5 brasileiros de se vacinar. A perspectiva mundialmente empregada é que todos se vacinem o mais rapidamente possível.

REFORÇO COM IVERMECTINA

“Por isso a sahpra, que é o órgão lá de vigilância (África do Sul), autorizou o uso emergencial da ivermectina para profilaxia e tratamento. Então eles estão utilizando todas as armas disponíveis porque a ivermectina tem trabalho já de biologia molecular… Um estudo com profissionais de saúde mostrou(…) que quando você entra em contato com alguém positivo (…) se você toma uma dose de ivermectina e três dias depois você toma outra, respeitada aquela dose habitual de bula, esse profissional ou esse contato intradomiciliar tem uma redução de risco de 75% de adquirir a covid”.

Com a fala posterior fica clara a argumentação da médica. Alegar que a baixa proteção das vacinas para a variante africana, que seria parecida com a brasileira, vem sendo enfrentada com ivermectina numa estratégia combinada. Pesquisei bastante sobre o assunto na imprensa oficial e quase nada consegui encontrar sobre a liberação da ivermectina na África do Sul. Porém, o assunto circula entre publicações bolsonaristas, que são favoráveis ao uso da ivermectina contra covid.

A história é bem diferente. A agência de saúde sul africana não aprovou a utilização emergencial da ivermectina, ainda mais com o intuito de atuar de forma articulada com a vacinação, como a médica alega. A agência foi forçada, após decisão judicial, a permitir que médicos prescrevam sem autorização prévia da agência o uso da ivermectina contra covid-19 (leia aqui).

A IVERMECTINA APRESENTA 75% DE CHANCES DE REDUÇÃO DE RISCO PARA CONTRAIR COVID

Na mesma fala acima, ela alega também que a ivermectina apresenta 75% de chances para redução de contrair covid-19. Chega, inclusive, a falar sobre como tomar o remédio para atingir esse resultado, de acordo com estudos, segundo ela.

Pesquisei mais uma vez e a médica faz referência a uma meta-análise, uma junção de artigos avaliados em conjunto. Daí ela ter mencionado em outra entrevista a uma rádio da cidade mais de 40 estudos que provam a eficácia da ivermectina. O dado vem sendo exaustivamente difundido também por médicos locais. A associação médica do RN citou estatística semelhante em coletiva de imprensa (leia aqui). A própria médica estava presente e endossou o número. Em outras oportunidades, a médica Roberta Lacerda já havia feito referência a suposta redução de risco por uso de ivermectina, alegando que a ivermectina teria o poder de acabar com a pandemia (leia aqui).

Ora, se há 75% de redução de risco de contrair covid pelo uso de ivermectina, por que então o remédio não é receitado?

Por que a Anvisa alegou em mais de uma oportunidade que não há tratamento preventivo ou precoce contra covid (leia aqui)?

Por que a respeitada agência de saúde dos EUA – FDA – não recomenda o uso da ivermectina contra covid e ressalta sobre os perigos de utilização do remédio com essa perspectiva (leia aqui)?

Por que a agência de saúde europeia emitiu comunicado contra o uso da ivermectina contra covid (leia aqui).

Por qual razão a nature comenta sobre o “mito” da ivermectina (leia aqui)?

Por que o jornal Jama, um dos mais prestigiosos do mundo na área médica, não recomenda o uso de ivermectina, após demostrar por estudo randomizado duplo cego – o padrão outro em metodologia – que a ivermectina não tem eficácia contra covid (leia aqui)?

Por qual razão a sociedade brasileira de infectologia contraindica o uso do remédio contra covid (leia aqui)?

Por que o principal fabricante alegou, temendo processos, que não há qualquer evidência da ivermectina funcionar contra covid-19 (leia aqui)?

Por que o youtube, o facebook e o instagram estão retirando os vídeos e postagens de quem defende ivermectina contra covid do ar, seguindo referências globais de saúde, como sinônimo de fake news perigosa em momento de calamidade de saúde pública (leia aqui)? Inclusive, a própria médica Roberta Lacerda teve entrevista retirada do ar pelo mesmo motivo (leia aqui).

Porque o estudo e as fontes são ruins. Melhor dizendo, sem validade científica. Na prática, não merecem sequer o nome de “estudo”. Para ganhar esta alcunha em matéria de ciência, um trabalho deve ser veiculado em revistas científicas e devidamente revisado por pares.

E qual é a razão? Pelo fato de que as metodologias e os resultados devem ser averiguados, para serem validados. Foi desse modo que a ciência, não apenas a área de saúde, criou, digamos assim, um protocolo para certificar a qualidade dos trabalhos acadêmicos. A maior parte dos estudos cai na revisão e não é incomum um texto ou outro sofrer despublicação, caso qualquer inconsistência significativa venha a ser apontada. A própria comunidade científica, portanto, é certificadora. E, com o tempo, periódicos ganharam maior relevância e publicar neles é mais difícil, pelos critérios mais rígidos de veiculação.

Assim, é fundamental entender quais fontes vêm sendo utilizadas pelos médicos locais quando falam em “estudos”. Do contrário, ficará como validação apenas a autoridade que eles usufruem junto ao público leigo.

Pois bem, a médica Roberta Lacerda e outros profissionais de saúde de Natal vêm citando sites como c19study, ivmeta, etc. Ora, não são sites acadêmicos. Os trabalhos lá depositados não têm revisão por pares. E não há critérios mínimos de veiculação de algo neles. Especialistas que avaliaram o que lá se encontra publicado criticam também meta-análises ruins que juntam artigos com diferentes metodologias e demonstram problemas estatísticos graves. Relatos de caso frágeis e correlações espúrias são lá incluídos sem freios.

Diz o médico e pesquisador José Alencar, se referindo a união de artigos positivos para ivermectina contra covid-19: “Não tem validade porque usa um método ludibriador — a de fazer uma meta-análise incluindo apenas os estudos que quer e misturando alhos com bugalhos. Metodologicamente, essa análise não passaria em nenhuma revista séria”.

O professor da Unicamp Leandro Tessler lembra que em termos de metodologia, o que esses sites distribuem é, abre aspas, “lixo” e não se sabe nem quem foram os criadores de tais espaços virtuais (leia aqui).

Ainda assim, esses sites circulam como comprovação da ivermectina no whatsapp, gerando muito trabalho de esclarecimento para as agências de checagem e para a imprensa nacional e internacional (leia aqui).

Repositórios assim têm se multiplicado pelo mundo como forma de burlar a dificuldade que representa apresentar um bom estudo e ter a aprovação por pares. Uma pseudociência emerge aí. O próprio dado de 75% de redução de risco mencionado pela médica Roberta Lacerda consta nesses sites nacionais e de fora com os devidos problemas já mencionados (leia aqui).

Um profissional de qualquer ciência com olho treinado ou alguém que acompanha o trabalho jornalístico de divulgação científica fugirá com facilidade dessas publicações. Porém, uma pessoa ignorante – no sentido de não entender esses meandros -, ouvindo tais estatísticas saindo da boca de um profissional de saúde, tenderá a acreditar. Daí o perigo.

LOCKDOWNS CRIAM NOVAS CEPAS

Disse também a médica Roberta Lacerda, após ser perguntada sobre o que o Brasil fez de errado para aparecer a cepa de Manaus:

E principalmente medidas restritivas como aqueles lockdowns que a gente viu em Manaus. Um estudo recente agora do professor Bruno Campelo, junto com Dr Zimmerman, que mostraram que o lockdown aumentou a cepa mutante de 24% para 90% em meio de novembro a dezembro em Manaus durante esse período em que houve grandes medidas restritivas. Da mesma forma o estudo de Bruno mostrou que o segundo lockdown em Recife aumentou a letalidade e um estudo do RS desse grupo de RS, EUA e Itália em Verona, mostrou presença de cepas mutantes e aumentou letalidade em jovens nessa faixa de 18 a 39 anos em quase dez vezes o número de acometimentos em pacientes jovens. Lockdodwn excessivo promove essa presença porque o vírus não vai entender que você está dentro de casa que ele não vai ser transmissivo.

E ela continua:

Estudo da UFRGS aumentou sim a letalidade e não reduziu a transmissibilidade. Estudos publicados na Scientific Report e em revistas como Nature não comprovaram que em mais de 85 países não foi mais eficiente do que medidas restritivas.

A médica entra agora num outro ponto bastante questionável. Lockdowns muito restritivos contribuem para o aparecimento de novas cepas, a exemplo, segundo ela, de Manaus, Inglaterra e África do Sul. Fiquei em dúvida, pois os lockdowns mais restritivos não vieram desses países. Pelo contrário, o vírus correu solto em tais nações, corroborando a tese majoritariamente aceita de que, quanto maior a circulação do vírus, maior será a possibilidade de novas cepas surgirem. Por isso, não existe a cepa chinesa, sul coreana ou australiana, países que foram exemplo no cerceamento do vírus. Daí a preocupação externada pelo mundo de novas cepas surgirem no Brasil, dado o descontrole que nós vivenciamos na transmissão do novo coronavírus.

Fui pesquisar sobre esse consenso mostrado por ela que lockdown aumenta a letalidade do vírus e contribui para o surgimento de novas cepas.

O que achei foi o contrário. Na verdade, conforme disse anteriormente, o que já vinha acompanhando a partir da fala de especialistas e pela divulgação científica em revistas e jornais. Mais uma vez também, a Organização Mundial de Saúde segue recomendando o uso de lockdown para o caso de achatamento da curva junto com outras medidas e, claro, com anteparo econômico para a população poder ficar em casa.

Resolvi então pesquisar sobre os autores citados por ela. Defensor do tratamento precoce e da imunização por contágio da população como no modelo sueco, Ricardo Zimmerman já teve que se corrigir por propagar dados falsos contra o isolamento social a respeito de projeções do epidemiologista britânico Neil Ferguson e defensor de medidas como o lockddown (leia aqui). Zimmerman defende o isolamento vertical, que os idosos fiquem em casa e os jovens saiam para se contaminar e acelerar, segundo ele, a imunização de rebanho no Brasil (leia aqui).

Além disso, o estudo de Zimmerman e Campelo ainda é um pré-print, ou seja, não foi revisado por pares e começou a ser divulgado pelo site bolsonarista Brasil sem Medo e pelo médico conselheiro de Jair Bolsonaro, o Osmar Terra. O conselho regional de medicina do Rio Grande do Sul também, em nota, pediu cautela com relação ao estudo e lembra o que foi dito acima. A OMS reconhece o lockdown como medida não farmacológica (leia aqui).

Por fim, a médica Roberta Lacerda cita estudos na Scientific Report e na Nature. Na verdade, a scientific report é uma revista paga do grupo Nature, com critérios muito mais frágeis de veiculação de estudos. Ao contrário do que ocorre na Nature, para publicar no periódico open acess (espaço aberto), o autor deve desembolsar cerca de 11 mil reais.

E o estudo a que ela fez referência se mostrou inconclusivo. Entenda. Não disse que isolamento social funciona ou não funciona. Disse que, com os números matemáticos que eles levantaram em 87 regiões do mundo, não era possível estabelecer a correlação entre aumento ou diminuição de mortes. É bem diferente, não (leia o estudo aqui)?

Mas por qual razão a OMS segue reconhecendo o lockdown como medida não farmacológica válida contra a pandemia de coronavírus? Primeiro porque não é uma ação nova do ponto de vista epidemiológico. Trata-se de estratégia consagrada. E segundo porque há estudos, entre eles na revista nature (de fato) e nos demais principais periódicos científicos do mundo, que estabelecem a correlação entre isolamento e diminuição no número de infecção e mortes (leia aqui).

Por qual razão a médica Roberta Lacerda prefere difundir um pré-print de profissionais que defendem uma saída eticamente inaceitável e já abandonada no planeta – a imunização de rebanho por contágio – ainda não revisado por pares e um estudo inconclusivo de revista paga, ao invés das recomendações aceitas e chanceladas pelas autoridades sanitárias e principais periódicos do mundo?

MERKEL FEZ MEA CULPA POR LOCKDOWN?

Ela continua:

Isto está claro e patente e foi até motivo da premiê da Alemanha fazer um mea culpa e reduzir a tendência de lockdowns prolongados. Eles aumentam a transmissibilidade porque você fecha as pessoas em confinamentos.

Como disse acima, não está claro e patente. Ainda mais para o lado que a médica argumentou.

No caso do mea culpa que Angela Merkel fez por “lockdowns prolongados”, aí não há simplesmente pé na realidade. A política alemã nunca falou isso.

Na verdade, apesar de reconhecer a importância da medida, ela pediu desculpas por ter anunciado um lockdown, no período de páscoa, com baixo prazo para que as pessoas e empresas se preparassem.

Leia a matéria do portal poder 360: “em pronunciamento nesta 4ª feira (24.mar.2021), Merkel afirmou que a decisão de aumentar as restrições fazia sentido pela situação da pandemia no país, mas não houve planejamento prévio o suficiente. Ela pediu desculpas aos alemães pela incerteza provocada pelo anúncio” (matéria completa aqui).

Isto serviu para que a fala dela fosse distorcida no Brasil pelo presidente Jair Bolsonaro e seus seguidores, para atacar as medidas de isolamento social. Sobre o assunto, o principal jornal da Alemanha disse que “Bolsonaro mente sobre lockdown de páscoa na Alemanha” (matéria completa aqui).

Inclusive, dado o novo crescimento da pandemia na Alemanha, Angela Merkel luta pela aprovação de um sistema de lockdown nacional (leia aqui).

REPRODUZINDO UM BOATO FALSO DE REDE SOCIAL – “O DECÁLOGO DE LÊNIN”

E a médica finaliza quando perguntada sobre as fontes dos estudos e dos dados que apontou:

Quando a gente vê que a mídia tem esse papel infelizmente politizado de classificar os profissionais de saúde, pesquisadores, médicos, infectologistas ou não, como um partido ou como um partidário de um grupo político ideológico, ela na verdade tá fazendo o que decálogo de Lênin diz: culpe os outros por aquilo que você é. Então, eu tenho esse cuidado de ser muito clara e incisiva com o papel da imprensa.

Não sei exatamente de onde a médica tirou esse decálogo de Lênin, pois esse suposto livro escrito pelo líder comunista soviético não existe. Na verdade, conforme pesquisa historiográfica bem fundamentada, trata-se de uma farsa propagada da época da guerra fria (leia aqui) e que segue circulando nas redes sociais em comunidades conservadoras e de extrema direita (leia aqui). Durante a campanha de 2018, circulou uma fake news em grupos de whatsapp dando conta de que o candidato Fernando Haddad e professor da USP fazia uso da bibliografia em seus trabalhos acadêmicos (leia aqui).

ESPAÇO ABERTO

Apesar de não ter abordado todos os pontos do discurso da médica Roberta Lacerda e de outros profissionais de saúde durante a pandemia da cidade aqui por limitação de espaço, o que só devo fazer em livro a ser lançado sobre a história da pandemia em Natal, abri o debate. Quero deixar claro mais uma vez que o blog estará sempre disponível para que a médica Roberta Lacerda – ou qualquer outro profissional – faça a contra argumentação com relação ao que foi demonstrado acima.

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