Um RN radical e mal agradecido

Uma parcela da população do Rio Grande do Norte, em especial aquela que se extremou para a direita nos últimos anos, voltou ao seu normal, se é que tinham saído e este blogueiro não viu. Ainda que minoritária, é barulhenta e retornou a carga contra a UFRN.

Não é suficiente o que a Universidade representa para as terras de poti e não foi o bastante tudo que esta instituição promoveu de bom durante a pandemia – planejamento, exames, profissionais de saúde, formação, números, estudos, monitoramento, etc, etc, etc, praticamente tudo veio de lá.

Mas não bastou a primeira – falsa – polêmica para tudo terminar na lata do lixo. A UFRN construiu seus protocolos próprios internos, o que é assegurado do ponto de vista institucional e foi reafirmado pelo Supremo Tribunal Federal. Com a questão no ar, vieram aquelas falas de sempre – comunismo, esquerdismo, isto é, os adjetivos hoje utilizados por aloprados para quem age com moderação e raciocina com realismo.

O interessante é que, apesar dos dos pesares, os que bradam contra os cursos, professores e a própria instituição não economizam em gastar muitos milhares de reais, para verem os seus filhos aprovados e estudando na federal.

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