Vacinas: uma escolha difícil?

O movimento antivacina no Brasil é minoritário, mas barulhento e conquistou cerca de 10% da população, conforme as pesquisas de opinião recém publicas. Este número chega a 20% entre os pais que não pretendem imunizar seus filhos.

Entre se infectar e se vacinar, trata-se de uma escolha difícil? Primeiro, o presidente Jair Bolsonaro tem mentido copiosamente ao alegar que a infecção é a melhor forma de proteção. Falso. As vacinas, além de impedirem a hospitalização e óbitos, geram cinco vezes mais proteção contra a covid do que a imunidade adquirida por contágio (além do óbvio perigo de se submeter a uma doença com consequências imprevisíveis).

Mas vamos lá. A conta não é complicada.

  • A covid-19 já matou no Brasil mais de 600 mil pessoas, além de cerca de 20% da subnotíficação.
  • Há um caso hoje no Brasil investigado por possível óbito pelo uso da vacina, conforme o ministério da saúde.

Em crianças – 8 milhões de doses aplicadas da pfizer apenas nos EUA sem nenhuma reação grave + 50 milhões de doses da coronavac aplicadas em crianças também da mesma maneira.

Covi-19 no Brasil – foram 350 óbitos de crianças entre 5 a 11 anos.

Faça a conta. Não é complicado.

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