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Jean detona Bolsonaro por vetos da duplicação da BR 304, programa Cinturão das Águas, obras na BR 405 e da Reta Tabajara e cobra posição da “bancada do tratoraço” no RN

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Do blog do Barreto – O senador Jean Paul Prates (PT) reagiu com indignação aos vetos do presidente Jair Bolsonaro (PL) a cinco itens de interesse do Rio Grande do Norte na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Jean disse que o presidente demonstrou falta de respeito com o Estado.

O presidente vetou a duplicação da BR 304, programa Cinturão das Águas, obras na BR 405 (trecho do Jucuri), obras da BR-104 (que que liga Lajes a Cerro Corá) e a finalização da Reta Tabajara. “Bolsonaro mostrou que não tem nenhum respeito pelo povo do Rio Grande do Norte”, disse. “É assim que esse governo e a sua turma funciona. Tem muita promessa e pouco resultado”, complementou.

Jean disse que vai se empenhar para derrubar os vetos para permitir que as propostas retornem a LDO. “Vamos nos mobilizar”, garantiu.

Em seguida ele apontou a inércia do que classificou como “bancada do tratoraço”. “O bando de apoio a Bolsonaro no Rio Grande do Norte nem se mexe. Parece que estão nem aí?”. “Prefeitos e prefeitas bora reagir também”, provocou.

Jean disse que com os vetos Bolsonaro mostrou que não vai ter dinheiro para cumprir as promessas feitas.

Políticos são profissionais; não tente ensinar padre a rezar missa

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Fascinante. Uma campanha reúne políticos mais experientes do país e profissionais de ponta. Eles coletam um caminhão de dados quantitativos, qualitativos, escrutinam redes sociais e formam palanques por todo o Brasil. Aí de repente alguém acha que consegue, do seu twitter, apontar que está tudo errado e ainda se arroga a condição de mostrar a solução.

Há uma galera na academia e no jornalismo que é portadora dessa autoestima. É possível errar na estratégia? Claro. Há o acaso incontrolável e o prognóstico, ainda que fundamentado, é incapaz de esgotar o futuro. Só que encontrar um problema estratégico demanda trabalho, reflexão e dados. E normalmente a percepção acaba vindo quando o contexto esfria e a ponderação distanciada se impõe. Não é na base do pitaco. Nossos políticos são inteligentes. Querer ensinar papa a rezar é ingênuo e munido de arrogância pueril.

Uso da máquina e pessimismo eleitoral com baixa base factual

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O governo federal já torrou – fora da lei – 343 bilhões pra tentar virar o jogo eleitoral e o debate em algumas rodas pouco materialistas versa sobre problemas de comunicação. Coitada da sempre atacada comunicação. A disputa entre Jair Bolsonaro e Lula vai continuar apertando, pessoal. E não tem nenhuma relação com rede social. É o uso ímpar desde o período da redemocratização da máquina.

Bolsonaro botou a faca nos peitos do STF/TSE e eles usam toda a sua energia para manter o funcionamento normal da eleição contra o golpismo. Não conseguem mais atuar em outras frentes.

Com isso, o governo federal e sua base congressual ficam livres para abrir a porteira do orçamento secreto, que faz o mensalão parecer brincadeira de criança e pipoca em malversação de recursos por todo o país com o endosso de supostos críticos da corrupção do passado, e gastos de campanha ao arrepio da legislação vigente.

A análise significa pessimismo? Não. O lance hoje é praticamente todo do presidente. A comunicação, a fala, o holofote e principalmente a caneta estão só com ele. Mas a campanha começa semana que vem e o chamado mito pelos seus adoradores, assim como outros líderes eram denominados por movimentos do passado, tem avaliação de governo e rejeição inviabilizantes. O uso da máquina vai gerar aperto. Mas o cenário ainda é forte em prol de mudança.

Ficar vibrando e chorando a cada soluço de pesquisa nas redes sociais, além de pouco frutífero, não tem base factual, quer seja no otimismo ingênuo ou pessimismo ainda não disputado.

Michelle comentou em post de Glória Perez após encontrar Guilherme de Pádua, assassino da filha

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Do Metrópoles – Quatro dias após ter acompanhado Jair Bolsonaro em almoço com o assassino de Daniella Perez, o ex-ator e pastor Guilherme de Pádua, a primeira-dama Michelle Bolsonaro comentou publicação em que Glória Perez homenageou a filha.

Na noite desta quinta-feira (11/8), Michelle colocou um emoji de choro no post em que Glória Perez lembra o aniversário de Daniella, que completaria 52 anos se não tivesse sido brutalmente assassinada por Pádua em 1992.

A primeira-dama e o presidente visitaram a igreja do assassino no último domingo (7/8), em Belo Horizonte. Michelle também publicou selfies abraçada com a atual mulher de Pádua, Juliana Lacerda.

O ruído

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À medida que o ritmo da vida cotidiana se acelera, aumentam também as demandas para rápidas tomadas de decisões, inclusive uma que se avizinha que é o “VOTO”. Mesmo com todo um esforço de concentração, será que somos capazes de distinguir entre as informações significativas e aquelas que não passam de ruído? É possível separar o joio do trigo? 

Um fato é que não é possível pensar com ruído, concentrar muito e ser preciso nas decisões ou opiniões. O ruído social — uma categoria que nos aprisiona na forma de uma oferta incessante de distrações e notificações — é, além de ensurdecedor, um grande inibidor da atividade racional e consciente. Por isso, é viável valorizarmos cada vez mais o silêncio como um privilégio, como um valor incalculável para a saúde, mas se calar diante do que vivemos é uma alternativa racional? 

Não! 

Separar o que são sinais de um bom tempo, de positividade e o ruído da maldade é hoje a tarefa mais complexa a qual o indivíduo é submetido. As redes sociais e toda a grande quantidade de informação, quebram o silêncio da nossa capacidade cognitiva e nos expõe à pensamentos insanos. Sabemos claramente que o ruído altera a consciência, o conhecimento e o comportamento. A necessidade de “isolar-se” surge fortemente quando se quer raciocinar não apenas de forma eficaz, mas também de forma justa, equilibrada e imparcial, eis que surge assim uma possível solução. 

Não falo de se isolar fisicamente – pode até ser – mas falo em se isolar das fontes que jorram as famosas fake news ou fatos distorcidos. Nesta eleição o exercício mais caro ao eleitor é conseguir se proteger de tudo isso para tentar tomar a melhor decisão para si e para o coletivo.  

A desinformação é provavelmente o dano coletivo e pessoal mais invisível – política e socialmente – apesar de seu impacto em nossas decisões. Estamos naturalizando o barulho sem o necessário debate público. Discutimos cada vez mais sobre o ruído que é dito por muitas figuras políticas, do que os bons sinais que poderiam nos ajudar a sair do buraco que estamos. 

Hoje a liberdade é o silêncio. Eis que este é o único lugar em que o indivíduo pode ser, fazer e pensar sem ser influenciado e dobrado pelos ruídos. O mundo exterior, que te agride. O digital, que tem te aprisionado. O interior que não mais interpreta, apenas segue a manada.

Bolsonaro veta duplicação da BR 304 e implantação do Cinturão das Águas do Rio Grande do Norte

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Do Blog do Barreto – O presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou ontem a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) com 36 vetos entre eles está a proposta de duplicação da BR 304 incluída pelo senador Jean Paul Prates (PT).

Outro veto relacionando à proposta de criação do Cinturão das Águas do Rio Grande do Norte que beneficiaria 54 municípios do Estado.

O projeto está integrado à transposição das águas do Rio São Francisco.

LDO é sancionada sem previsão de auxílio de 600 reais e correção do salário mínimo inferior à inflação

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A Lei de Diretrizes Orçamentária foi recém sancionada por Jair Bolsonaro. Ela não prevê para 2023 a manutenção do auxílio em 600 reais.

Além disso, o salário mínimo para 2023 será reajustado em perspectiva inferior a da inflação.

A LDO sancionada prevê que o salário mínimo passará de 1.212 reais para 1.294 reais a partir de janeiro, aumento de 6,7%. 

Presidente do Banco Central indicado por Bolsonaro desmente Fake News bolsonarista: “Não é verdade que os bancos perdem dinheiro com pix”

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Do Estadão – O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse nesta quinta-feira (11), que os bancos não perdem dinheiro com o Pix, e afirmou que o sistema tem vantagens também para eles.

O presidente Jair Bolsonaro tem afirmado que as instituições financeiras têm aderido a manifestos a favor da democracia porque supostamente perdem dinheiro com o sistema, cuja criação ele atribui ao próprio governo, embora as discussões tenham se iniciado antes de 2019.

“Não é verdade que os bancos perdem dinheiro com Pix, a gente deve lançar em algum momento um estudo sobre isso”, disse Campos Neto em painel do Febraban Tech, evento promovido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em São Paulo. Segundo ele, as vantagens estão na abertura de novas contas, e no aumento da realização de transações eletrônicas.
“Na nossa visão nunca é sobre quem está perdendo e quem está ganhando, o objetivo é que os bancos sejam um pedaço de uma torta muito maior”, disse Campos Neto. “O objetivo é a bancarização.”
Segundo Campos Neto, o sistema ainda pode ganhar tração em algumas ferramentas complementares, como o Pix Saque e o Pix Troco, a respeito dos quais já há conversas. Ele disse ainda que conversou com o presidente do BC da Colômbia, que tem interesse em adotar um sistema parecido com o Pix.
“Acho que conseguimos de forma rápida internacionalizar o Pix na América Latina”, afirmou ele. Campos Neto também apontou que a trilha do Pix pode ser utilizada para que os bancos concedam crédito, de forma mais rápida e eficiente.
Por outro lado, segundo ele, é necessário aumentar a eficiência das contas Pix das instituições financeiras, com a remuneração dos saldos. Em março, diante da greve dos servidores, o BC chegou a adiar a implementação da remuneração dessas contas.
O presidente do BC ressaltou ainda que, diante do sucesso do Pix, o futuro real digital não precisará ser destinado apenas a pagamentos instantâneos, utilização para a qual alguns países direcionaram suas moedas digitais oficiais.

Falta de vacina e hesitação de pais prejudicam imunização de crianças no Brasil

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Do Estadão Conteúdo – A vacinação infantil contra a covid-19 tem avançado em ritmo lento. De cada três crianças com idade entre 3 e 11 anos, uma está com a imunização completa, segundo dados do consórcio de veículos de imprensa. Metade das crianças dessa faixa etária não recebeu sequer uma dose. Por trás do problema está a falta de doses disponíveis, o que fez cidades interromperem a aplicação, e a hesitação de parte dos pais.

Marcelo Camargo/ Agência Brasil

No Distrito Federal e na cidade do Rio a vacinação na faixa etária de 3 e 4 anos foi interrompida por falta de produtos. O Ministério da Saúde informou que está em tratativas com fornecedores. Nas 24 horas entre terça e 20 horas de quarta-feira, segundo dados do consórcio de veículos de imprensa, apenas 11 mil crianças foram vacinadas com a primeira dose, totalizando 13,5 milhões (51,14%). A população nessa faixa etária é de 27 milhões. Já a segunda dose foi aplicada em 12 mil, chegando a 8,7 milhões de imunizados (32,97%) anteontem.
Para crianças de 3 a 5 anos, a vacinação foi liberada em 13 de julho pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e ainda não há um recorte estatístico. Na faixa etária de 12 a 17 anos, o índice de totalmente vacinados está em 53,8%, mas distante da média nacional. No País, da população vacinável (78,82% do total), 84,59% estão totalmente imunizados, embora 56,68% tenham recebido a dose de reforço.

Previsível
Conforme o presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBim), Juarez Cunha, já vinha sendo observada uma preocupante baixa na cobertura vacinal entre os mais jovens, agora agravada pela falta de vacina para crianças. “Isso era previsível, pois quando foi licenciado o uso o Ministério da Saúde não estava fazendo compras e os estoques eram baixos. As notícias que nos chegam de vários lugares são de falta de vacina.”
Na terça, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio paralisou a vacinação de crianças de 3 e 4 anos com a primeira dose, alegando que o Ministério da Saúde não enviou novos aportes de Coronavac solicitados desde o mês passado. “A aplicação da segunda dose para este público, prevista para iniciar em 13 de agosto, está garantida com a vacina reservada especificamente para esse fim”, disse a pasta. De 15 de julho a 8 de agosto, as unidades de saúde do Rio vacinaram 39.319 crianças dessa idade com a Coronavac. Quando a imunização desta faixa etária foi aprovada, o município tinha doses em estoque, o que permitiu o início imediato. Com a primeira dose, foram vacinadas apenas 25% das crianças de 3 e 4 anos.
Pelo país
No Distrito Federal, a aplicação da primeira dose contra covid-19 para crianças de 3 e 4 anos está suspensa desde o dia 3, por falta de Coronavac, único imunizante aprovado pela Anvisa Segundo a pasta, há apenas 4 mil doses, todas para segunda aplicação. Conforme o governo estadual, Mato Grosso atrasou o início da vacinação por falta de vacina. Das 113.328 crianças a serem imunizadas, 1.176 (1,04%) receberam a primeira dose. No Piauí, o índice de vacinação nessa faixa etária é de 2,37%. Em Maceió, a vacinação não andou: de 58.535 crianças na fila, só duas foram vacinadas por terem comorbidade.
Para o presidente do departamento científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria, Renato Kfouri, há 5,8 milhões de crianças na faixa de 3 a 5 anos e são necessárias quase 12 milhões de doses. “Não temos isso no Brasil.” E lembrou que a Pfizer submeteu para aprovação a vacina dela para crianças de 6 meses a 4 anos. “Se vai ser aprovada, já devia ser motivo de o Ministério comprar essas doses.”
Para o dirigente da SBim, o número baixo de crianças vacinadas é também consequência de desinformação e fake news. “Houve a propagação de notícias falsas sobre efeitos das vacinas, além de o Ministério da Saúde ter desestimulado a vacinação na infância. Se já tínhamos a hesitação dos pais, a partir do momento em que eles recebem recados de desconfiança sobre a vacina, isso afeta as coberturas vacinais. O início da vacinação de adolescentes foi desastroso.”
Hesitação
A diarista Isaura Batista, de 44 anos, moradora da Vila João Romão, em Sorocaba, interior paulista, só levou a filha Victória, de 7 anos, para vacinar porque a escola exigiu. “Eu estava com medo de vacinar porque falaram que podia dar efeito ruim nela, pois teve caso de criança que ficou doente. Como a escola pediu, eu levei e ela recebeu a primeira dose.”
A dona de casa Geovana Rafaela Oliveira, de 22 anos, residente na Vila Zacarias, outro bairro da cidade, ainda não vacinou o filho mais velho, o menino Kauã, de 4 anos. “Não sabia que tinha chegado a vez dele. Estive no posto para tomar minha segunda dose, que estava atrasada, mas não vi nenhuma informação sobre a vacinação para os mais pequenos”. 

Bolsonaro e Michelle almoçaram com assassino de Daniella Perez

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Yahoo Notícias – O presidente Jair Bolsonaro (PL) e a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, estiveram em Belo Horizonte no último final de semana. Segundo informações do portal iG, na capital mineira, Bolsonaro e Michelle almoçaram com Guilherme de Pádua, assassino de Daniella Perez.

Michelle Bolsonaro ao lado de Juliana, esposa de Guilherme de Pádua (Foto: Reprodução/Coluna Em Off iG)

Ainda segundo a colunista Fabia Oliveira, o presidente e a primeira-dama almoçaram com Pádua e com a esposa, Juliana Lacerda, no domingo (7).

Pela manhã, Bolsonaro e Michelle teriam participado do culto na Igreja Batista da Lagoinha, onde Márcio Valadão é pastor. A primeira-dama discursou no local. A igreja acolheu Guilherme de Pádua em 1999, quando ele deixou a prisão. Lá, ele conheceu a atual esposa.

Depois, os quatro estiveram em um almoço, com outros convidados. Michelle Bolsonaro e Juliana Lacerda de Pádua tiraram uma foto juntas.

O encontro acontece no momento em que a história do assassinado de Daniella Perez voltou a repercutir, com o lançamento do documento “Pacto Brutal”, que relata o ocorrido no crime.

Em 2018, Guilherme de Pádua já havia se posicionado publicamente como apoiador do presidente Jair Bolsonaro.