A CGU de Bolsonaro, que atestou a normalidade na venda da covaxin, faz operações no nordeste coincidindo com a agenda de Lula na região

Assim a controladoria geral da união do governo Jair Bolsonaro tratou o caso do superfaturamento da vacina indiana Covaxin, conforme reportagem da CNN Brasil:

“A Controladoria-geral da União (CGU) não encontrou evidências de sobrepreço na compra da Covaxin, vacina indiana encomendada pelo Ministério da Saúde em fevereiro deste ano.

A CGU reuniu provas que corroboram a versão apresentada por Emanuela Medrades, da Precisa, em depoimento à CPI da Pandemia. Ela disse na ocasião que se tratava apenas de uma expectativa e não uma oferta de fato.

Apesar de os técnicos da CGU terem apontado na análise preliminar do caso que havia ausência da devida justificativa de preço para a compra, os achados não suportam a suspeita de sobrepreço.

A CGU descartou que o valor final acordado com o governo brasileiro tenha sido 1.000% maior do que o anunciado pela Bharat Biotech meses antes, como suspeitava a CPI. Segundo o trabalho, não houve irregularidades relacionadas especificamente ao valor fechado”.

O superfaturamento foi comprovado pela Comissão Parlamentar de Inquérito da covid no senado e o negócio acabou sendo desfeito.

É essa CGU que agora, numa nota com um tom como se falasse de uma operação policial gravíssima de cinco anos de investigação, lista dezenas de possíveis crimes sobre um contrato de contratação de leitos no RN, que passou pelo acompanhamento, em sua tomada de preços, do ministério público do Rio Grande do Norte e Federal.

A Polícia Federal já fez operações em três estados do nordeste, coincidindo – estado a estado – com a agenda do presidente Lula na região.

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