A ética de ocasião de Sérgio Moro

Desconfie de quem guarda conversas privadas. E pior: daqueles que fazem uso público apenas se o momento for oportuno numa moral de ocasião. É uma quebra de confiança grave e que diz mais sobre quem pratica.

O ex-juiz Sérgio Moro estava incomodado com o Governo? Que entregasse o cargo.

Agora, ficar mais de 16 meses de boa e, depois que sai contrariado, expor tudo não tem nada de “ético”. É autoincriminação.

Ontem (02), após depoimento de oito horas na sede da polícia federal, Moro entregou todas as conversas que travou com o presidente Jair Bolsonaro e demais membros do governo no whatsapp.

É uma prática execrável e que demonstra o jeito de agir do agora ex-bolsonarista.

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