A governadora eleita precisa estabelecer gestos simbólicos para ganhar a opinião pública em prol do ajuste fiscal

O efeito fiscal é nulo. Porém, há gestos simbólicos que ajudam a ganhar a opinião pública no quesito necessidade de implementar um duro ajuste fiscal no RN.

Nesse sentido, a governadora eleita Fátima Bezerra precisará empreender ações simpáticas ao povo, demonstrando que corta na própria carne.

Supressão ou fusão de secretarias pode ser uma delas. Há outras possibilidades. Na Paraíba, por exemplo, Ricardo Coutinho diminuiu o próprio salário. Em estados em que há atrasos nos vencimentos, os governadores estabeleceram que eles serão os últimos a receber seus vencimentos.

Por fim, Fátima pode avançar no corte de despesas pessoais. Elas pegam bem também. Rejeição de casa oficial, carros, etc, criam boa impressão.

A aprovação do ajuste fiscal não será fácil e todo e qualquer subterfúgio será de grande valia na empreitada.

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