A nova mamadeira de piroca

A organização das nações unidas aifrmou, em recente relatório, que a resposta anti-ciência do governo brasileiro está colocando em risco a vida de milhares de brasileiros diante da pandemia.

Diz matéria do UOL:

“Para os analistas, o Brasil está priorizando a economia e não a vida das pessoas. “Economia para quem?”, questionaram o especialista em direitos humanos e dívida externa, Juan Pablo Bohoslavsky, e o relator especial sobre pobreza extrema, Philip Alston. “Não é permitido colocar em risco a saúde e a vida das pessoas, incluindo os profissionais de saúde, pelos interesses financeiros de alguns. Quem será responsabilizado quando as pessoas morrerem por causa de decisões políticas contrárias à ciência?”.

Os analistas afirmaram que apenas 10% das cidades brasileiras têm estruturas de terapia intensiva, fundamentais para casos mais graves de coronavírus, e que o Sistema Único de Saúde (SUS) tem metade do número de leitos hospitalares recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS)”.

Pois bem, o que o presidente poderá dizer? Nada. Trata-se da mais pura verdade. Só que, como se sabe, verdade virou detalhe governamental.

A saída foi dizer que a Organização Mundial de Saúde, que ampara cientificamente as ações recomendadas pela ONU, incentiva sexo entre crianças.

Sim, o presidente da república Jair Bolsonaro usou suas redes sociais para fazer tal ataque. É a nova mamadeira de piroca, aquela falsa acusação que ele fez contra candidatos durante o pleito de 2018, alegando que, caso vencessem, eles iriam distribuir mamadeiras com o formato de um pênis no bico do produto.

Segue a postagem feita no Facebook do presidente.

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