A promessa de Bolsonaro para evangélicos é atacar grupos LGBTs, controlar mulheres e cercear a liberdade de ensino nas escolas

O discurso para os evangélicos, em especial os pentecostais, é claro e objetivo:

  1. Atacar direitos de cidadãos LGBTs;
  2. Controlar as mulheres, tornando-as de novo pessoas do espaço privado;
  3. E cercear a liberdade de ensino nas escolas e universidades – nos países em que líderes semelhantes ao presidente permaneceram no poder, eles conseguiram justamente controlar abusivamente o que é ensinado em sala de aula;
  4. Por fim, mudar a correlação de forças no STF, para que tudo isto ganhe validade jurídica.

Não há qualquer filtro. Aliás, nunca teve. Ele prometeu hoje mais uma vez.

Bolsonaro defende que “Joãozinho seja Joãozinho a vida toda”

O presidente da República, Jair Bolsonaro, recebe, nesta segunda-feira (11:07), a presidente da Hungria Katalin Novák, em cerimônia oficial no Palácio do Planalto

Hugo Barreto/Metrópoles

O presidente Jair Bolsonaro (PL) fez um discurso na noite dessa quarta-feira (13/7) com foco na pauta de costumes. O chefe do executivo contou com expressões homofóbicas e transfóbicas, em Imperatriz, município do Maranhão, ao receber uma comenda em um evento evangélico –segmento que é uma de suas apostas na campanha pela reeleição.

Ele defendeu que “o Joãozinho seja Joãozinho a vida toda”, que “a Mariazinha seja Maria a vida toda” e repetiu que o seu modelo de família é composto por “homem, mulher e prole”. Ao defender barrar projetos de lei que não sejam conservadores, disse que durante o governo Lula (PT) houve tentativa de “desconstrução da heteronormatividade”.

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