Bolsonarismo local deve desculpas ao consórcio nordeste no caso da aquisição de vacinas

Está na imprensa nacional. As vacinas Covaxin e Cansino foram vendidas, através de contratos fechados com o governo federal, pelos valores respectivos de 15 e 17 dólares por dose.

A indiana e a chinesa foram agenciadas no Brasil por intermediários ligados ao líder do governo na Câmara, o deputado Ricardo Barros. Além das mais caras já pretendidas pelo governo, não eram aprovadas pela Anvisa. O governo federal nega qualquer irregularidade e diz que irá rever as aquisições.

Pessoas ligadas a Barros também tentaram comercializar junto ao consórcio nordeste o imunizante russo sputnik. Porém, o consórcio preferiu ir direto ao instituto Gamaleya, produtor da vacina. Ela sairá a 9.9 dólares a unidade.

A sputnik foi massacrada no RN pelo bolsonarismo local. É de esperar agora, diante de todas as revelações, que os senhores critiquem o ministério da saúde por ter aceitado o lobby pelas vacinas mais caras e que elogiem o consórcio, que foi direto na fonte e conseguiu um valor melhor.

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