Canalhice

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, ligou para o presidente em exercício, Hamilton Mourão, para pedir ajuda para o seu estado, que sofre com as chuvas.

Tudo normal não fosse pelo fato inusitado: ele falou com o presidente no viva voz e, de outro telefone, gravou e publicou o diálogo sem a anuência do gravado.

Conversa normal. Nada demais no conteúdo. Porém, trata-se de uma canalhice. Serve para a política, serve para a vida. A nova política, entretanto, é feita dessas coisas.

Mourão alegou em suas redes que falta ética ao governador. O dito cujo disse que foi apenas para demonstrar a integração entre as instâncias. Pode até ser. Mas não custava nada combinar com o implicado.

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